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  • Curso de Yorùbá em Vídeo Gratuito – Aprenda o Idioma do Candomblé

    Curso de Yorùbá em Vídeo Gratuito – Aprenda o Idioma do Candomblé

    Aprenda Como Usar Corretamente o Yorùbá no Candomblé !

    Um Curso de Yorùbá é sempre bem-vindo para os pais de santo, mães de santo do Candomblé e principalmente para os filhos de santo (Ìyáwó ou Abíyán). Isso porque os Orixás(Àwọn Òrìṣà) no Candomblé, na Umbanda e também no Culto a Ifá, tem seus nomes e saudações nesse idioma. A maioria dos nomes das comidas de santo e utensílios dentro do barracão também possui seus nomes em Yorùbá! As cantigas e orações nem se fala. Isso tudo se deve a fatores históricos, fatos históricos.

    Mas hoje em dia, uma pequena parcela ainda reluta quanto ao ensino ou aprendizado do idioma. Insistem na ideia que ele deve e é aprendido dentro do barracão, no dia a dia, na lida com o santo. Quisera fosse essa a realidade, mas sabemos que não é assim. Não se aprende o idioma dos orixás (àwọn òrìṣà) em cantigas de candomblé, em rezas para o santo.

    Alguns raros barracões mantêm uma rotina de ensino do idioma, principalmente os da Bahia que preserva seus laços históricos com os fundadores.

    Na grande maioria das vezes, a pessoa apenas repete o que o pai de santo, mãe de santo, Ògá ou Èkéjì mandam, não importando se está certo ou não. Mas e se estiver errado o que estiver cantando, já que não possui uma letra para acompanhar? Bem, nesse caso, o filho de santo aprende errado e leva assim adiante o erro que aprendeu para os mais novos… torna-se um ciclo vicioso de erros.

    Sabe-se que o idioma é de tradição oral, mas também sabe-se que com o fenômeno “telefone sem fio”, muitas informações fonéticas e vocabulares se perdem. Uma coisa á a tradição oral em terras yorubanas onde seu dia a dia, 24 horas por dia e sete dias por semana é o idioma Yorùbá; outra é você passar algumas horas ou dias no barracão e o restante no mundo, ouvindo, lendo e falando em Português.

    Curso de Yorùbá no Rio de Janeiro

    Há sim alguns Cursos de Yorùbá pelo Rio de Janeiro. Na Uerj chegou a ter algumas turmas com professores nativos e também com alguns brasileiros, eram cursos livres. Cheguei achar cursos de Yorùbá também em outras regiões, mas confesso que alguns me deixaram com o pé atrás.

    Há uma diferença entre Yorùbá e o que se é dito comumente dentro dos barracões. Isso porque não é 100% do que é dito lá dentro que venha a ser exatamente Yorùbá, há outros idiomas incluídos nesse meio e esse detalhe poucos praticantes percebem ou chegam a saber, ou tão pouco lhe avisam. Além dos vícios de linguagem e gírias!

    Curso de Yorùbá em São Paulo

    São Paulo também possui alguns cursos, mas geralmente quem dá as aulas não chega a divulgar muito e fica uma coisa mais boca a boca. Soube de alguns nigerianos que lecionavam por lá e de cursos livres na USP, não posso afirmar com 100% de certeza.

    Mas isso mostra o quanto é importante aprender a língua do orixá (òrìṣà) e manter viva essa tradição linguística yorubana. Alguns zeladores reclamam do uso de apostila de Yorùbá para se aprender o idioma. Mas as apostila de Candomblé Ketu, apostila de candomble, buzios, odu ifa, rezas, etc… não são novidades para o Candomblé. Estão neste meio faz tempo, mesmo antes do digital e advento da Internet.

    Claro que alguns tipos de materiais chegam a ser irresponsáveis como apostila de feitura e apostila de Baba egungun! Mas o que for de aprendizado que o pai ou mãe de santo não tem tempo ou interesse de ensinar, justo é o filho de santo aprender de outra forma.

    Curso Gratuito de Yorùbá – Amostra do Curso Pago (Aproveite)!

    Mas sabia que você pode aprender sem pagar nada? Sim, é possível. Nós da Educa Yoruba temos Curso de Yoruba Gratuito em Vídeo que com certeza irá ampliar seus conhecimentos. O material é uma como atualmente trabalhamos, não mais com apostilas, mas sim com vídeos, onde o aluno aprende a fonética e significado das principais palavras dentro do Candomblé.

    Baixe clicando na imagem abaixo. O Curso será enviado para seu email após o cadastro. Não fique de fora desse grupo que compreende o lindo idioma do Candomblé.

    Aula gratis de yoruba

    Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá – Olùkó Vander

    Um curso que está desde 2008, uma verdadeira Escola de Yorùbá no mercado, e sempre teve boa repercussão é o curso de Yorùbá com áudios que produzi para meus primeiros alunos. Ela foi revisada em 2010 e depois em 2015, sendo que sempre teve total aprovação dos alunos.

    Mais em 2018 fizemos uma total reformulação, transformando o Curso de Introdução ao Idioma Yorùbá e o Curso Intermediário de Yorùbá em um único curso – Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá – totalmente em vídeos e com apostilas de apoio.

    Nesse curso o aluno aprende:

    • Entonações do idioma;
    • Uso correto de cada letra (Exemplo, uso do S e do X);
    • Cumprimentos;
    • Forma de tratamento conforme hierarquia da pessoa;
    • Verbos;
    • muito mais (Por exemplo: você aprende como falar obrigação de um ano, três anos e assim por diante)!

    Quer aprender mais sobre o idioma mágico do Candomblé? O idioma do
    òrìṣà, mas de uma maneira correta e sem misticismo? Conheça nosso cursos abaixo: Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá! O que está incluso no curso:

    • Aulas em vídeos;
    • Apostilas em PDF com resumo das aulas;
    • Dicionário ao final do curso;
    • Técnicas de estudo melhorando o aprendizado do idioma;
    • Certificado ao final;
    • Retirada de dúvidas diretamente com o professor!!
    http://eko.educayoruba.com/fundamentos-do-idioma-yoruba-oluko-vander/

    Mas quem é Oluko Vander, quem sou eu para lhe indicar esse material de estudo? Qual meu histórico para poder ensinar isso a vocês?

    Saiba quem é o Olùkọ́ Vander – Professor de Yorùbá!

    Em 2003/2004, cansado de perguntar para amigos o que significava aquilo que falavam (ainda não era do Candomblé e nem Ifá), comecei a fuçar pela internet e sebos da vida tudo que pudesse sobre Yorùbá – Idioma e Cultura. Foi um período de muito foco, de árduo aprendizado, estudando madrugada a dentro.

    Mas tudo que conseguia não tinha áudios, eu ficava apenas pronunciando baseado nas chaves internacionais de pronúncia… o que é bem chato, dificultoso.

    Aí, depois de muita pesquisa, encontrei materiais importados que possuíam áudios (Base do meu curso) tudo ficou mais fácil. Depois veio meu encontro com Bàbáláwo e com diversos professores do idioma, figuras que me inspiraram e apoiaram a crianção de algo maior, com mais amplitude para a religião do Candomblé.

    Nascia então o Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá, tendo como meus primeiros alunos aqueles amigos que depois descobri – falavam tudo errado!

    O sucesso se repercutiu até o que nasceu a Educa Yorùbá, escola de ensino a distância de idioma Yorùbá, com uma loja virtual com diversos cursos de idioma do candomblé (Acesse aqui nossa loja). Venha aprender com a gente, dedicamos todo o nosso esforço ao seu aprendizado correto do idioma mágico e poderoso do Candomblé, dos Orixás (àwọn òrìṣà)!

    Acesse o Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá… ela irá te surpreender de tão boa e didática que é, mostrando como é fácil aprender o idioma do seu òrìṣà!!

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  • 8 Livros Sobre Candomblé Que Você Tem Que Ler.

    8 Livros Sobre Candomblé Que Você Tem Que Ler.

    O Candomblé em páginas – Conheça os Livros mais indicados para quem quer estar mais por dentro do culto aos Orixás – Òrìṣà!

    Candomblé Livros

    Quem lê viaja – já diz o ditado! E que tal você viajar para terra dos Òrìṣà? Conhecer as batalhas de Ògún? Os romances de Ṣàngó? As peripécias de Èṣù e seu humor sempre brincalhão? Muito bom né? Pois isso é possível, basta você pesquisar e gostar de uma boa leitura.

    A Educa Yorùbá e o Olùkọ́ Vander separaram alguns livros de leitura quase obrigatória para quem acompanha de dentro (iniciados) ou de fora (não iniciados, parentes, amantes da religião) o Candomblé, Umbanda ou Culto a Ifá. Leia sempre que puder e se já leu, sabe do que estamos falando, vale a pena uma segunda ou terceira leitura.

    VEJA A POSTAGEM SOBRE 6 FILMES DE SOBRE CANDOMBLÉ E UMBANDA – CLIQUE AQUI E LEIA!

    Livros Sobre Candomblé e os Orixás (Òrìṣà):

    1 – O Nago e a Morte (Juana Elbein dos Santos)

    Alguns consideram este livro como de leitura obrigatória dentro do culto afro. Apesar da linguagem muito acadêmica e da forma intelectual como o assunto é tratado, Juana Elbein, através de uma apurada pesquisa, expressa um profundo conhecimento sobre a morte dentro da cultura Yorùbá.

    O livro ainda conta com uma dissecação a respeito dos simbolismos envolvendo o Òrìṣà èṣù (Orixá Exú), fala sobre a oralidade Yorùbá, o culto de Bàbá Ègungun e culto a Ifá.

    Sem sombra de dúvidas um livro de leitura obrigatória e de cunho bem sério. O livro de Juana Elbein dos Santos foi apresentado como tese de doutorado em etnologia na Sorbonne. Muito forte!

    2 – Ọ̀run Àiyé – O Encontro de Dois Mundos (José Benistes)

    Escrito por umas das pessoas que consideramos mais sábias e conhecedoras de cultura linguística e também ritualística dentro do Candomblé, o professor José Benistes faz um grande roteiro do que é o Candomblé e sua ligação com os outros diversos cultos afros.

    O Candomblé não possui bíblia, mas com certeza um livro que todo pai de santo, mãe de santo, ògá, ekéjì, ìyáwó e todos mais que tenham ligação com o candomblé devem ler é Ọ̀run Àiyé. Inclusive que nada sabe sobre a religião, pois terá um contato bem apurado acerca do tema.

    Muitos reclamam quando se expõem qualquer parte do culto ao público, mas neste livro o professor José Benistes conseguiu explicar o ritual de Bọrí e Ìpàdè com seus cânticos (orin) e rezas (àdúrà) de uma forma perfeita e harmoniosa. Leitura obrigatória, sem sombra de dúvidas.

    3 – lẹ́gùn – Iniciação ao Candomblé – Altair B. Oliveira

    Este livro já foi proibido de ser lido por quem não fosse feito (Eu ouvi isso pessoalmente rs!). Já foi visto um zelador trancar ele em um cofre! Sim, este livro causou alvoroço no mundo do Candomblé. Dito antes que não é bem vista a prática de expor o culto pelos candomblecistas, neste livro está exposto todo o processo básico de uma feitura, uma iniciação ao santo.

    O autor, também conhecido como Altair T’Ògún, foi duramente criticado, e ainda o é hoje mesmo depois de falecido, depois de escrever preto no branco as práticas secretas do candomblé. Feitura de Ìyáwó, processo de iniciação de Ògá e Ekéjì… todos ali descritos em detalhes. Uso de materiais, orações e cantigas.

    Como autor mesmo escreveu lá, o mundo do Candomblé é fechado até mesmo por dentro. As pessoas escondem conhecimentos e por vezes os vendem por preços altos (Hoje sabe-se que tem quem venda apostila de feitura por R$900,00).

    Mas o livro é com certeza uma fonte de conhecimento cultural, ainda mais quando se sabe que cada casa conduz um processo de feitura diferente da outra. Leia e não se arrependerá!

    4 – Mitologia dos Orixás – Reginaldo Prandi

    Dentro do processo de pesquisa e escrita religiosa, há uma expressão que diz: de dentro ou de fora. De dentro, são escritores e pesquisadores que são iniciados. Verger começou de fora e no fim estava bem dentro. Reginaldo Prandi de fora, mas com forte conhecimento.

    Reginaldo Prandi é um sociólogo, professor e escritor brasileiro. Doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP), escreveu outros livros sobre o Axé (àṣẹ). Mas neste ele dá uma visão bem detalhada de cada Òrìṣà. São mais de 301 relatos da rica mitologia yorubana.

    Muita coisa que espalham por ai de orixá (Òrìṣà)vem desse livro. Um excelente material de enriquecimento cultural. A visão de alguém de fora com um olho mais clínico e imparcial.

    5 – As Águas de Oxalá – José Beniste

    Novamente ele, sim. Em ´As Águas de Oxalá´, o professro José Beniste retrata minuciosamente toda a dinâmica de um dos mais belos e longo rituais do candomblé, em que o branco (awọ fúnfún) domina integralmente os segmentos do terreiro, por ser a cor da pureza ética que simboliza o grande orixá Oxalá.

    O conteúdo histórico da obra relata a organização do ritual praticado pela ancestralidade afro-descendente aqui radicadas: os primeiros momentos, os quais se utilizam do modelo prático do mito que ilustra a narrativa, são seguidos por uma seqüência de 17 dias, a mais longa da religiosidade afro-brasileira, tendo todos os seus cânticos e rezas entoados com as devidas explicações pelo autor.

    Todo o cerimonial das Águas de Oxalá está integralmente descrito neste livro, de forma clara, com pormenores que enriquecem o conhecimento de iniciados e pesquisadores do assunto.


    Os ritos de iniciação não poderiam também ficar de fora neste conjunto de análise, pois são determinados para uma participação intensa nos ritos. Este livro deve ser lido e estudado com o intuito de que o Candomblé se torne cada dia mais uma religião de significados inteligíveis e autenticamente brasileira.

    6 – “Awô – O Mistério dos Orixás” – Giselle Cossard

    Rico em detalhes. Um livro emocionante da tão querida francesa do Candomblé – Ìyálórìsà Omindarewafalecida em janeiro de 2016. Com certeza outro livro de leitura obrigatória e escrito por uma pessoa que teve contato com as maiores figuras do Candomblé e sempre respeitada por todos.

    Filha de santo de outra figura grande do Candomblé, Joãozinho da Goméiaela era a mistura perfeita para o Candomblé. Intelectual (era antropóloga) e atuante na religião (era zeladora de um ilè sempre ativo), mãe francesa como às vezes era carinhosamente chamada, nos brindou com este lindo escrito em 2007 que só enriquece a cultura do Candomblé.

    7 – Orixas – Deuses Iorubas Na África e No Novo Mundo – Pierre Fatumbi Verger

    Um nome sempre presente quando alguém quer dar autoridade ao que fala, Pierre Fatumbi Verger ,teve a oportunidade em épocas que não havia a facilidade de buscar informações pela internet, de estar cara a cara com os cultos que mais influenciaram o Candomblé aqui no Brasil.

    De playbloy na frança a um fotógrafo e etnólogo autodidata francobrasileiro, até chegar a se tornar um Bàbáláwo, Verger embrenhou-se pela Nigéria e Benin retratando com sua câmera muitos rituais e cenas que nunca se viram antes. Imagens hoje imortalizadas e fáceis de se achar pela internet.

    Quando hoje se reclama de algumas fotos de rituais, Pierre Fatumbi Verger transformou tudo isso em arte e ficou bem famoso por tal. Mas além de fotografar, Verger trouxe muita informação do além mar. A obra traz imagens, relatos e informações importantes para o culto ao Òrìṣà. Deve ser com certeza lido e relido.

    Leia a matéria sobre fotos no Candomblé: Certo ou Errado – CLIQUE AQUI E LEIA!

    8 – O Candomblé Bem Explicado – Odé Kileuy & Vera de Oxaguiã

    O que mais chama a atenção neste livro é sua linguagem fácil, mas sem deixar passar detalhes importantes para a compreensão do assunto. Os autores falam não somente do Candomblé Ketú, o que geralmente é mais debatido na literatura, mas pincelam acerca dos ritos das Nações Bantu e Fon!

    Este ainda estou em fase de conclusão de leitura, mas com certeza é muito pertinente. Ele começa basicamente do zero e funciona como perguntas e respostas. Os tópicos são divididos como se uma pessoa estivesse pergunta por exemplo, quem são os “ogãs e ekejis”? Logo vem um capítulo tratando sobre o tema nas três vertentes principais do Candomblé.

    Leitura leve e bem introdutória para quem nada sabe acerca da religião, ritos e deuses afros!

    Conclusão:

    Claro que ficaram de fora outras lindas obras literárias e seus autores. Não esquecemos de Roger Bastide, Sr. Agenor Miranda e tantos outros pesquisadores, Bàbálórìṣà e Ìyálórìṣà que contribuíram para a cultura literária do Candomblé.

    Importante: estes livros podem ser adquiridos pesquisando os nomes no Google. Muitas pessoas perguntam onde encontrar os livros, então pesquisem no Google e com certeza achará usados e novos!

    Bom é sabermos que apesar da origem oral da religião, conhecimento deve sim ser buscado em livros, DVDs, filmes, apostilas e cursos on-line. Claro que deve se respeitar uma série de coisas, porém a busca por conhecimento não deve ser vista com os olhos que às vezes é visto. Desde que com suas ressalvas e parcimônias .

    Um não iniciado, ou novo no santo por exemplo, não deve pegar um livro sobre iniciação e sair fazendo santo na cabeça de outrem. Mas se até médico se baseia em livros para por em prática seu conhecimentos (Com devida assistência de mais experientes), temos que também dar abertura ao conhecimento compartilhado por pessoas que pesquisam e por vezes varam noites atrás de conhecimento, aprimorando cada vez mais o Candomblé e o Culto aos Orixás (Àwọn Òrìṣà)!!

    O que você acha desses livros, seus autores? Já leu? Se leu, nos fale o que você acha aí nos comentários.

    O dábò….

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  • O Idioma Yorùbá – Saiba Mais!

    O Idioma Yorùbá – Saiba Mais!

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    O Candomblé e o Idioma Iorubá (Yorùbá)

    O idioma Yorùbá não é uma língua morta como se ouve falando por aí. Pertence a família linguística nigero-congolesa e é falado por mais de 30 milhões de pessoas. Com determinadas variações regionais, também chamado de dialetos, é falado na parte oeste da áfrica, principalmente Nigéria, Rep. Popular do Benin, Togo e Serra Leoa. Claro que nesses países o Yorùbá não é o idioma oficial, mas estão sempre presentes em um mix linguístico Inglês/Yorùbá ou Francês/Yorùbá, e vários outros dialetos.

    Mas não só no continente africano o idioma é falado, devido ao tráfego negreiro, há a presença do idioma  Yorùbá no Brasil, Cuba, EUA e etc. Nesses lugares o idioma sobrevive mais pelos meios religiosos, no Brasil conhecido por candomblé, alguns resquícios na Umbanda e fortemente no Culto a Ifá. Mas há ainda muitas instituições estrangeiras, principalmente Norte-americana e Francesas, onde esse idioma toma conta até mesmo da grade curricular de alguns alunos.

    Yorùbá sobrevive graças ao Candomblé

    Já no Brasil e Cuba, onde sobrevive, como dito anteriormente, graças ao cultos afros, os rituais de Candomblé (Candomblé , Umbanda e Culto a Ifá) é onde há o maior número de alterações e erros do idioma, pois como escreve o professor José Benistes: “O seu conhecimento deveria estar no mesmo nível de interesse do conhecimento de atos religiosos, o que não vem ocorrendo. Por esse motivo, é utilizado mais pelo hábito de ouvir e repetir palavras, sem o conhecimento necessário de sua articulação e aprendizado de suas regras básicas de conversação”. Isso foi dito pois na religião, as pessoas estão mais preocupadas em outras coisas como saber sobre ebo, jogo de búzios, danças de òrìsà e paramentas, feituras.

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    Hoje em algumas cidades há novelas e filmes todo em Yorùbá. Canções não religiosas, Pop, Rap… todas elas em Yorùbá. Até mesmo um site todo no idioma, um site de notícias sério e bem interessante por sinal. Também tem o curso de letras – Inglês/Yorùbá – na Universidade em Ibadan. Sem contar a Bíblia em Yorùbá chamada de Bíbélì Mímọ́!

    Este é o trabalho, simples, porém produzido com cuidado,que sempre visa acabar com o analafabetismo Yoruba em nossos cultos. É pensar muito alto? Não sei, mas vejo cada dia mais alguns professores do idioma surgindo. Claro que alguns com qualidade duvidosa e outros apenas repassando o que está em algum livro sem entender bem o conteúdo, mas cada um com sua boa intenção.

    Esse pensamento idealizado para que você sendo um bàbálórìsà ou ìyálórìsà, ògá ou ekeji, passe para os mais novos os fundamentos do idioma dos deuses. E mesmo aqueles que ainda são noviços, podem ter contato com o idioma que vai acompanhá-lo por muito tempo dentro dos cultos, onde é a chave para a correta invocação dos deuses yorubanos – os orixás (Àwon Òrìsà). A riqueza dos cultos de origem afros aqui no Brasil, não pode ser sufocada apenas pelo interesse estético e nem abafada pela intolerância religiosa.

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    Estudemos o idioma, a forma de pensamento, sua vida a nível áfrica e a nível Brasil colônia, seus hábitos, suas crenças mais profundas. Não precisamos nos reafricanizar, mas nos ter mais contato com a cultura mãe.


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