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  • Pai/ Mãe de Santo Pode Proibir o Filho de Santo de Visitar Outro Barracão?

    Pai/ Mãe de Santo Pode Proibir o Filho de Santo de Visitar Outro Barracão?

    Pai/ Mãe de Santo Pode Proibir o Filho de Santo de Visitar Outro Barracão?

    Ao iniciar no Candomblé e até mesmo na Umbanda, nos segredos do culto ao orixás (Àwon Òrìsà), o filho de santo entra em uma rígida rotina. O Candomblé e a Umbanda possuem códigos próprios para o bem andar do culto, que é sempre levado com seriedade e responsabilidade, afinal de contas, está se lidando com energias espirituais fortes.

    O pai de santo ou a mãe de santo, também chamados de bàbálórìsà ou ìyálórìsá, são os grande responsáveis por manter e conduzir de maneira harmônica todo o culto. A eles que os deuses africanos enviam, direta ou indiretamente, as mensagens de como deve ou pode ser conduzida uma comemoração de anos de iniciação (odún òrìsà) por exemplo ou a iniciação de um novo Ìyáwò, etc.

    Esses líderes espirituais escolhidos, sim escolhidos, pois não é qualquer um que possui o dom de ser pai ou mãe de santo, devem ser a base de ensinamento dos filhos de santos, aqueles que a eles confiaram a vida espiritual que muitas vezes vem atrelada à a vida amorosa, profissional, familiar e até mesmo sexual.

    Mas até onde vai o “poder” do zelador ou zeladora de santo? Qual o limite na relação filho de santo e o pai/mãe de santo?

    O Que Pode Um Zelador ou Zeladora?

    Quando uma pessoa entra para o culto ao orixá, busca soluções, alívio, um caminho e muitas vezes um reencontro. Quantos não se sentiam vazios antes de entrar para o Candomblé ou Umbanda, mas depois se sentiam fazendo parte de algo maior, se sentiam em contato com algo mais forte e que lhe dava direção na vida, base?

    A figura do pai ou mãe de santo entra nessas horas como aquela que guia, aconselha, transmite. Ao zelador cabe a transferência de àse, a transferência de conhecimento para que o noviço possa caminhar com mais segurança. A segurança espiritual para momento tribulados que sempre surgem na vida dos filhos de santo.

    Manter o ìyáwò fortalecido, informado e seguro espiritualmente deveria ser uma das funções de um zelador, pois na iniciação está havendo uma entrega de corpo, alma e mente. Ao filho de santo cabe respeitar e zelar por tudo que lhe é fornecido, gratidão constante.

    Um zelador pode sugerir ao filho de santo que não faça determinada ação, pois o pai de santo, conhecedor pela experiência de vida, sabe que aquilo pode influenciar o àse do filho, pode fazer o òrìsà reagir de uma maneira ruim, pode desandar o que está bem encaminhado!

    Uma zeladora deve, com toda certeza, proibir o filho de coisas que possam influenciar o barracão, ele próprio e os demais filhos do ilé. Imagina o filho de santo trazer energias ruins para o barracão. Imagina mexer onde não deve, sujando espiritualmente determinados locais!

    Dever do zelador nos momentos oportunos, aquele onde há tempo e maturidade espiritual, transmitir conhecimentos e práticas ao ìyáwò que somente os de mais tempo de casa podem saber (Aqui ìyáwò me refiro a qualquer pessoa que o pai de santo iniciou, não importa se tem 20 anos de santo 😉 ).

    Um babalorixá/ Yalorixá com certeza irá focar em ter um axé forte, unido e com capacidade de crescimento espiritual que transborda e influência positivamente a vida de todos que fazem parte daquele todo. E isso só se consegue com orientação, educação e muito zelo ao sagrado e aos ser humano.

    Os orixás daquela casa com certeza serão gratos, fortes, com muito axé e a vida de seus filhos com muita prosperidade, paz e harmonia.

    Mas…

    O Que Não Pode Um Zelador ou Zeladora?

    Fiz recentemente uma postagem sobre a violência dentro dos barracões, então será por aí mesmo que iremos começar: nenhum zelador ou zeladora pode, usando o nome da religião ou do òrìsà, agredir seu filho de santo. Se quiser ler mais sobre esta postagem – Clique Aqui. E mesmo não usando o nome de religião ou òrìsà não deve agredir um ìyáwò, e vise-versa.

    O zelador ou zeladora não é dono do corpo do iniciado, não é proprietário de sua vida. O contrário disso é escravidão, só nessa época vergonhosa que uma pessoa era proprietária de outras pessoas e nelas mandavam e desmandavam.

    Dessa forma, também não deve o zelador se meter na vida amorosa dos filhos, proibindo namoros, relações. Claro, se o jogo, em uma consulta mostrar que aquela escolha não trará boas consequências, já é outro assunto. Ai vai até mesmo um conselho.

    O título se refere a proibição que muitas casas têm de que seus iniciados não podem visitar outras casas, salvo em companhia do zelador ou de um ègbón da casa. Essa proibição se dá pela maldade que há no meio, pois é, não deveria, mas há maldade entre os candomblecistas que muitas vezes querem queimar (Influenciar com energia ruim) a casa alheia.

    Neste ponto, super compreensivo um zelador aconselhar o filho não andar por algumas casas. Vai que seja a casa de um rival do pai ou mãe de santo e o filho desavisado foi convidado para uma saída ou obrigação de ano.

    Mas é natural as amizades, fortes laços de amizades entre filhos de ilé diferentes. Nesse caso pode o zelador não deixar o filho ir na casa do outro? Como foi dito, não pode ninguém proibir ninguém de nada, mas deve o zelador informar, deixar o ìyáwò consciente da escolha que irá fazer.

    Lembra de uma das atribuições do pai ou mãe de santo – informar – nessa hora que ela entra. Infelizmente muitos se sentem deuses e acham que tudo pode sem nada poder lhes impedir. Não, um zelador não é um ser supremo e solitário. Tanto que quando seu òrìsà toma sua cabeça, coloca os pés no chão.

    Zelador não é dono de ninguém, nem mesmo do òrìsà que ajudou a iniciar na cabeça do ìyáwò.

    Não pode o zelador se apropriar de bens comprados pelos filhos de santo e isso gera assunto para uma outra postagem em breve.

    Claro que aqui estamos falando da imaturidade de algumas pessoas que alcançaram essa posição de líder espiritual. Essa mesma atitude há também em outras religiões, infelizmente. Ou seja, é uma mau do ser humano e não do pai ou mãe de santo.

    Ìyáwò X Bàbá / Ìyálórìsá?

    Claro que não deve haver rivalidade entre as partes, em hipótese nenhuma. Assim como em uma família sanguínea, a desavença e brigas em uma família de santo só traz desarmonia, energias ruins e rupturas.

    Deve haver um diálogo constante entre as partes. Cada ponto deve ser debatido. Um ìyáwò bem informado, doutrinado sempre será compreensivo com seu axé. Haverá muitas vezes ingratidão, todo zelador ou zeladora sabe disso. Quanto suas mãos não ajudaram a levantar e se foram após estarem lá em cima?

    Deve o ìyáwò buscar a união com seu axé e zelador/ zeladora.

    Deve o zelador cuidar, educar e soltar as amarras de seus filhos, iniciados sobre suas mãos.

    E você, acha que o zelador ou zeladora pode proibir o filho de santo de visitar outras casas? Deixe sua opinião nos comentários!!

    Ó dàbò!

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  • Adamus Òrìsà – A Verdade Que Nunca Contaram a Você!

    Adamus Òrìsà – A Verdade Que Nunca Contaram a Você!

    O Festival de Eyo – História e Características

    Na Nigéria há diversos festivais, em sua maioria alegre e colorido. Alguns outros tristes, mas sempre com um forte significado para o povo. Os mais conhecidos festivais são: Festival de Egungun (Sim, é um festival aberto ao público), Festival de Òsun Osogbo e o Eyo. Há muitos outros, claro. Não conhece este último?

    O festival Eyo, também conhecido como Adamus Orisa, é um festival colorido que expressa e exibe a cultura e as tradições da cidade de Lagos, na Nigéria. É amplamente esperado e assistido por todos que lá vivem e também por visitantes de toda a Nigéria e estrangeiros também. Não há nada parecido no Candomblé, acredite!

    As suas esplêndidas e expansivas exibições teatrais realçam e exibem a história nativa dos habitantes de Lagos e, através de uma pitoresca variedade de regalias e fantasias, forma desfiles na ilha de Lagos. Isso é amplamente considerado como um dia de alegria e esplendor.

    O festival evoluiu ao longo de três séculos, e é geralmente realizado para celebrar a vida e os tempos de um Oba, ou em comemoração da passagem (morte) ou ascensão ao trono de um Oba (rei) de Lagos. Igualmente, o festival de Eyo é encenado na memória de um indivíduo digno e ilustre falecido. Uma grande forma de homenagear uma pessoa que foi grande destaque na vida da comunidade

    Considera-se que constitui a maior honra que Lagos pode fazer para pagar um cidadão pela eminência e serviço público. Apesar de suas origens terem um propósito ritualístico, também houve incidentes quando o Festival de Eyo foi realizado para coincidir com a homenagem a dignitários estrangeiros.

    Geralmente, não há data definida para a realização do Festival de Eyo. Assim, a ansiedade em Lagos e além, uma vez que as datas de sua performance foram selecionadas e anunciadas é imensa. O festival abrange uma série de atividades que duram uma semana e culmina em uma procissão impressionante de milhares de homens vestidos de branco e usando uma variedade de chapéus coloridos, chamados Aga Eyo e também cajados – Opa Eyo. Esses cajados e chapéus são o que identificam os grupos de mascarados. Veja no vídeo um pequeno trecho:

    A procissão que dança e celebra nas ruas de Lagos passa por vários locais e monumentos cruciais da cidade, incluindo o Palácio de Oba. Os Eyo são considerados relacionados aos espíritos dos mortos que retornaram para limpar Lagos do mal e rezar por sua contínua prosperidade e existência pacífica.  Alguns consideram que quando chove durante o festival é um bom sinal, pois tudo foi lavado e está limpo, sem espíritos ruinsO festival começa do anoitecer ao amanhecer e acontece aos sábados desde tempos imemoriais.

    O Festival Eyo essencialmente admite pessoas altas, e é por isso que é descrito como Agogoro Eyo (que significa literalmente o mascarado alto de Eyo). Na maneira de um espírito estar visitando a terra com um propósito, a pessoa mascarada de Eyo fala com uma voz meio de ventríloquo, sugestiva de seu outro mundo; e quando cumprimentado, responde: “Mo yo fun e, moyo fun’ra mi” (“Eu me regozijo por você, e me alegro por mim mesmo). Essa resposta, sempre ditas em língua Yorùbá,  denota que os bailes de máscaras se regozijam com a pessoa que a cumprimenta para o testemunho do dia e com sua própria alegria em assumir a sagrada responsabilidade da limpeza.

    O Eyo possui códigos estritos que proíbem a transgressão, de modo que outros desempenhos da peça não são permitidos fora de seu objetivo projetado, tudo é muito bem supervisionado pela polícia. Para que uma peça de Eyo seja iniciada, diz-se que a permissão é tradicionalmente buscada no Oba de Lagos, por uma pessoa que acredita que seu ancestral falecido merece ser honrado por sua contribuição a Lagos.

    Posteriormente, o Oba vai, com sua equipe, dirige a um de seus mensageiros para convidar o Akinsiku de Lagos (o chefe de todos os Eyos) para o palácio para uma consulta. É o Akinsiku quem expõe e especifica o Ikaro – as oferendas e os presentes exigidos da família solicitante antes que a peça possa ser encenada. Como tal, o Oba é a fonte de autoridade que é passada para os Akinsiku, que então distribui os presentes para as famílias das divindades em Lagos.

    No entanto, também pode-se dizer que, para a peça de Eyo ser encenada, a permissão é solicitada ao Awe Adimu, a base do grupo Eyo sênior, e então a Akinsiku informa ao Oba e ao respectivo conselho de anciãos, então os arranjos para o festival começa assim que a permissão é concedida.

    Uma outra curiosidade é que o Festival por não ter uma data certa para acontecer, sempre ocorre em situações bem diferentes. Já ficou 21 anos sem ocorrer, assim como já ocorreu 3 vezes no ano. Então tem que se colocar na cabeça que o Festival serve para comemorar a memória de uma pessoa muito importante para a Nigéria.

    Enquanto o festival de Eyo, também conhecido como o jogo de Adamus Òrìsà, é o principal evento cultural em Lagos, a sua história e origens foram articuladas numa série de versões bastante divergentes, mas que falam da sua aceitação apaixonada pelo povo de Lagos.

    Uma fonte proeminente da história do festival Eyo é da família Isokun Onilegbale Chieftaincy, alegando que o festival é de lbefun, e diz respeito à história de Olori Olugbale, esposa do rei Ado de Lagos, cujos dois irmãos (ou primos), Ejilu e Malaki vieram visitá-la em Lagos, mas descobriram-na morta quando chegaram. Posteriormente, eles retornaram para lbefun para trazer o Eyo Mascarados para Lagos para comemorar sua morte.

    Independente da versão, sabe-se que é um festival lindo, alegre e muito movimentado. Não existe Orixá Eyo, iniciação a Eyo. Podemos o mais próximo de comparação aqui no Brasil é dizer que é similar ao Afose Filhos de Gandhi.

    Então, gostou da postagem? Já conhecia o Adamus Òrìsà – Eyo? Deixe seu comentário!!

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  • Como Dizer em Yorùbá – Eu Amo Meu Orixá!

    Como Dizer em Yorùbá – Eu Amo Meu Orixá!

    Mo júbà, gbogbo!

    Sabe aquela vontade de expressar o seu amor pelo seu òrìṣà, mas que você sempre quis fazer em Yorùbá e não sabia? Então, Vamos resolver isso agora mesmo. Quem sabe vire tatuagem! Já pensou?

    Nesta aula, que está no vídeo abaixo, você verá como é fácil. E nessa postagem irei complementar com mais explicações e exemplos.

    Nesta aula de yoruba básica você aprenderá comigo, Olùkọ́ Vander, alguns fundamentos básicos do idioma do candomblé. Forma de pronúncia, pontuação embaixo da vogal, colocação de pronome possessivo e como declarar seu amor ao seu òrìṣà de iniciação, de devoção!

    Como falamos “Eu Amo Meu Orixá” em Yorùbá?

    Então, vamos à prática e conforme ensinado no vídeo, começamos com a estrutura básica que é: Eu Amo.

    Mo fẹ́

    A pronúncia é : Mô Fé

    Mo = eu, primeira pessoa do singular do caso reto;

    Fẹ́ = verbo amar, com outros significados como gostar, casar, desejar (Acostume-se, pois uma mesma palavra possui diversos significados)

    Repita umas três vezes essas duas palavras e coloque na cabeça que ela significa EU AMO… Outra coisa importante, o ponto embaixo do E é que dá o som aberto e não o acento em cima. Tudo bem? Entendido isso?

    Agora podemos entrar nas variantes que usei no vídeo. Diremos em Yorùbá, EU AMO MEU ORIXÁ, EU AMO MEU PAI EXU, EU AMO MEU PAI OGUM, EU AMO MINHA MÃE OXUM, EU AMO MINHA MÃE OYÁ. Mas antes virá a parte Mo Fé

    • MO FÉ ÒRÌṢÀ MI;
    • MO FÉ BÀBÁ MI ÈṢÙ;
    • MO FÉ BÀBÁ MI ÒGÚN;
    • MO FÉ ÌYÁ MI Ọ̀ṢUN;
    • MO FÉ ÌYÁ MI ỌYA;

    Todas estas frases acima significam respectivamente:

    • EU AMO MEU ORIXÁ;
    • EU AMO MEU PAI EXÚ;
    • EU AMO MEU PAI OGUM;
    • EU AMO MINHA MÃE OXUM;
    • EU AMO MINHA MÃE OYÁ.

    Outra forma

    Eu sempre costumo falar de uma característica fantástica do idioma: sua plasticidade, ou seja, o idioma consegue se moldar e transformar de maneira bem fácil.

    Podemos dizer eu amo meu òrìṣà de outra forma: mo nífẹ́ òrìṣà mi. Nesta caso estamos falando literalmente que “temos amor” pelo òrìṣà:

    Mo = eu;

    Nífẹ́ = ter amor ( = ter/ìfẹ́ = amor);

    Òrìṣà mi = meu orixá

    Caso você queira usar o nome de outro òrìṣà basta substituir o final. Bem simples, não é? Mas podemos melhorar isso! Que tal sermos ainda mais específicos? Digamos que você seja iniciado a Ògún e tem o seu orúkọ òrìṣà ou orúkọ t’òrìṣà dado pelo seu zelador ou zeladora. Basta incluir ele ao final. Vou dar um exemplo com um orúkọ hipotético:

    • MO FÉ BÀBÁ MI ÒGÚNKÉYE (Nome significa: Ògún trouxe honra e prestígio)

    Novamente, você vê que seguindo essa estrutura; seguindo essa fórmula você consegue expressa o amor ao seu òrìṣà.

    Espero que tenha gostado dessa curta aula e breve haverá mais.

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  • [Entrevista] Sacerdote de Èsù – Chief Esuleke – Olupona ti Èsù

    [Entrevista] Sacerdote de Èsù – Chief Esuleke – Olupona ti Èsù

    Sim, eu cultuo Èsù, mas não sou satanista!

    No Candomblé Èsù é um dos Òrìsà primordial nos ritos. Muitos ainda erroneamente associam ele a coisas ruins, a vinganças e a maldades. Nesta entrevista que em outro momento foi postado em um antigo blog meu, leremos como o sumo sacerdote do culto a Èsù na Nigéria vê esse lindo e poderoso Òrìsà!

    Chefe Kayode Idowu EsulekeBaale Èsù de Osogbo

    Quando ele menciona seu sobrenome, arrepios prontamente tomam conta de todo o seu corpo. E como ele explica, tocando a mão ao solo – esse é o òrìsà das reviravoltas e aquele que fica plantado a frente da sua casa.

    Conheça Chefe Kayode Idowu EsulekeBaale Èsù de Osogbo e chefe de todos os adoradores Èsù e Egungun na capital do estado de Osun.  E ao contrário do que reza algumas lendas, quem é de Èsù não necessariamente tem a cabeça em forma cônica como já se ouviu falar por ai em alguns Candomblés!

    Baale, uma cidade Yorùbá, é o governante tradicional e líder da comunidade.

    Esta tarde, ele está em um tradicional ágbada branco e azul. Uma marca verde em que Baale Èsù de Osogbo é corajosamente inscrito paira sobre seu pescoço em um espécie de colar.

    Entre os cristãos e muçulmanos, Èsù, a divindade, o òrìsà que este homem serve tão respeitosamente, é considerado como Satanás, o diabo, a mais vil das criaturas. Então, por que alguém iria orgulhosamente ostentar um título que ele anuncia como líder de homens e mulheres que adoram o diabo? Ainda mais em uma terra que possui tantos cristãos e muçulmanos.

    Mas ele diz que não há correlação entre Èsù e Satanás. E que ele é sumo sacerdote de Èsù. Baale Esu diz que suas esposas praticam o cristianismo e o islamismo. Uma delas foi mesmo a Meca em peregrinação em cinco ocasiões diferentes, diz ele. E não há falta de harmonia no lar apesar de cada uma ter um culto diferente.

    Èsù e o Diabo Cristão!


    Èsù não é Satanás, nem é o diabo“, explica o senhor idoso com um Inglês impecável. “Èsù é uma divindade tradicional Yorùbá. Você tem pessoas adorando Sàngó, Ògún e outros. Só pessoas ignorantes veem Èsù como Satanás. ”

    Este homem relata: “A perspectiva com que vemos Èsù difere totalmente da realidade. Elegbara ou Esulaalu Laaroye difere de Satanás. Bispo Ajayi Crowther, quando estava tentando traduzir a versão em Inglês da Bíblia para Yorùbá, colocou Lúcifer, mas ele também não sabia como chamá-lo em Yorùbá. Este era um homem que tinha sido terrivelmente abusado pelos senhores de escravos. Ele tinha sido movido em torno de várias partes do mundo em navios negreiros. Ele não sabia o que estava no chão daqui, sua terra. Foi por isso que ele disse que Lúcifer é Èsù. ”

    Ajayi Crowther foi um dos responsáveis por passar o idioma Yorùbá para o papel, sendo autor da tradução da Bíblia do Inglês para o Yorùbá e também responsável por criar um Dicionário Yorùbá – Caso Tenha Interesse em Um Dicionário Yorùbá com Aulas em Vídeos Clique Aqui e Conheça Esse Lindo Curso!

    Os cristãos dizem que Èsù deu a Adão e Eva uma fruta para comer no Jardim do Éden, a maçã no caso. Depois que Adão e Eva comeram o fruto, seus olhos se abriram e eles se tornaram civilizado. Eles sabiam que estavam nus e tinham que ir encontrar algumas roupas para vestir.

    Se esta história for verdadeira, o que estava errado com eles? O crime que Èsù cometeu foi ter ajudando as pessoas a se tornarem civilizadas? Ninguém foi capaz de responder a essa pergunta.

    Eu quero dizer-lhe que Èsù é a polícia dos òrìsà, das divindades. Ele não é segundo a nenhum deus, sempre o primeiro. Os outros deuses respeitam ele por causa de sua honestidade e decisão firme. Uma vez que ele tenha tomado uma decisão, ele não muda e nada o faz mudar.

    Você tinha pensado que este homem seria um personagem iletrado, mas você está obviamente errado. Ele ainda informa que ele é convidado regularmente para entregar trabalhos em universidades americanas e europeias. “Muito em breve, eu estarei indo para os Estados Unidos para entregar uns papéis de mestrado e doutorado“, diz ele.

    Família e Religião

    Uma outra coisa boa sobre Chief Esuleke é que ele não impõe sua religião em sua família. Suas esposas e filhos, diz ele, são livres para professar qualquer fé que elas queiram – um belo exemplo para seguirmos no Brasil.

    Eu tenho três esposas“, diz ao repórter. “Minha primeira esposa é cristã, minha segunda esposa é cristã também e minha terceira esposa é muçulmana. Ela é uma Alhaja. Ela foi a Meca cinco vezes. ”

    Então por que ele permite que suas esposas pratiquem o islamismo e o cristianismo, quando ele não acredita nessas religiões “Por que não?“, Ele questiona. “O que isso tem a ver comigo? Eu lhes dou a liberdade de religião, liberdade de associação e liberdade de crítica construtiva. Existem mil maneiras de fazer pedidos a partir do seu Deus. Há pessoas que vão colocar um animal para baixo e dizem que é o seu deus. E Deus ainda responde suas orações. Você nunca pode compreender a Deus. É por isso que quando vejo pessoas dizendo que estão lutando por Deus, eu sei que deve estar louco e precisa urgentemente de um psiquiatra para examinar suas cabeças. ”

    Se o rei de adoradores Èsù que é liberal, você quer saber por que ele não abraçar o Islã ou o cristianismo como muitas pessoas em sua cidade natal?

    Eu li a Bíblia de dentro para fora”, ele começa. “Em 1959, eu passei nos exames do Alcorão também. Então eu conheço ambos os livros. 

    Essas pessoas vem e banalizam nossos cérebros. Eles levaram tudo da nossa cultura e da nossa herança para longe e nos deu alguns livros para ler. Essas são coisas que não são muito peculiares para nós na África. Depois eu fui para a esquerda e para a direita, mas permaneço no centro. Tudo isso a corrupção, o nepotismo, o ódio e outros atos anti-sociais, não temos isso em nosso próprio sistema. Se você vai ser honesto, você está fora. Se você não jogar o jogo deles, vão jogá-lo fora. Se você olhar ao seu redor, existem mil e uma mesquitas em todo o lugar. Igrejas estão surgindo todos os dias. E ainda, o que você tem? Assassinato, assalto à mão armada, apenas menciono alguns. Vá e olhe para a igreja e a mesquita. Confira os nomes. Você nunca vai ver Esuleke, Ifabunmi, Ifadayisi e assim por diante. Os nomes que você ouve na igreja e mesquitas são as mesmas pessoas que roubam o dinheiro público. É por isso que tomei uma decisão que eu e toda a minha família vai ficar onde há transparência e honestidade “.

    Chefe Esuleke tem uma sugestão para os líderes nigerianos, serve bastante para nosso país também que passa por um momento tenso:  a corrupção e outros males que assolam o país deve terminar, em seguida, os nigerianos devem parar de jurar pela Bíblia ou o Alcorão.

    Se você é realmente sério sobre o combate à corrupção e outros crimes, você tem que jurar por Ògún, Èsù ou Sàngó. Estes três deuses não estão perdoando. Se você jurar por Òsun, Òsun é uma mulher. Ela perdoa. Mas se você jurar por Èsù agora, o dia que você roubar um lápis do escritório, Èsù vai atacar quase que imediatamente. Se você jurar por Sàngó e você roubar, assim que você vê relâmpagos no céu, você se torna apavorado. Se você jurar por Ògún, uma vez que você vê um carro vindo em sua direção, você se fica nervoso. O dia que você começar a jurar assim, a corrupção vai acabar imediatamente. ”

    Quando as pessoas juram, o que deveriam dizer é que, se eu roubar ou me matar, Deus deve punir-me. Em vez disso, eles vão mesmo dizer, então Deus me ajude. Você quer que Deus o ajude a cometer crime? Esse é o problema. Deixe as pessoas começarem a jurar por Ògún, Èsù e Sàngó. Eu lhe digo, a corrupção começará a diminuir no país. ”

    Ele cita um exemplo pronto. Em meados de 1990, o Chefe Esuleke diz que foi a cerimônia de posse de um vereador em Osogbo, Governo Local. Na tomada de posse, ele se recusou a lhe entregar a Bíblia ou o Alcorão. “Pedi-lhes para trazer uma lâmina ou algo assim. Eu atrasei o evento para cerca de duas horas. Ele disse que ninguém iria remover um lápis do escritório, jurando por Èsù sobre a lâmina. E isso aconteceu. Ninguém roubou nada do governo local. Basta experimentá-lo. Corrupção será uma coisa do passado, na Nigéria. ”

    E essa foi a entrevista dada pelo supremo sacerdote de Èsù. Ela não é atual, mas mostra como o culto é levado a sério em outras localidades e nota-se também a harmonia que esse senhor conseguiu por entre as religiões com suas esposas. Abaixo o site pessoal deste homem espetacular: (site não está mais no ar).

    Uma outra característica é como ele é uma pessoa culta, não abitolada em ideias e acima de tudo com senso crítico respeitoso.

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  • [Grátis] Aula de Yorùbá para Candomblé – #5

    [Grátis] Aula de Yorùbá para Candomblé – #5

    Mo júbà gbogbo

    branco_negro_maos_560

    Aqui estamos para mais uma aula de Yorùbá e espero que estejam gostando das outras. Sempre feitas com muito carinho para que você possa aprender mais e mais desse lindo mundo que é o idioma e cultura Yorùbá. Lembrando, querendo ver e aprender com as aulas anteriores, basta seguir o menu abaixo e ficará por dentro das quatro aulas anteriores.


    1° Aula          2° Aula          3° Aula          4° Aula


    Sua primeira vez aqui e quer saber mais sobre o idioma Yorùbá, leia essa postagem sobre O idioma Yorùbá ou assista os vídeos no Youtube com aulas de Yorùbá: Clique Aqui e assista as aulas!

    E vamos então para a nossa aula de hoje:

    Saudações em Yorùbá

    Saudar as pessoas é um ato de educação e respeito, sem sombra de dúvidas. Dentro do Candomblé temos várias saudações para várias situações e para todas as divindades possíveis. E claro, com a saudação vem também os atos que os seguem, como encostar a mão na cabeça, ou no chão, estalar os dedos atrás do ombro… enfim, isso depende da educação de Àse de cada um!

    Justamente para não ir de encontro ao que ensinado em seu Àse que irei ensinar as saudações mundanas vamos assim dizer, o Bom Dia, Boa tarde e Boa noite… e para ficar ainda melhor, assista essa aula pelo vídeo que tem no Youtube: Aula de Saudações em Vídeo!

    Seja Bem Vindo – E Káàbò!

    Recepcionar bem alguém é sempre um ato de humildade e educação. Ao receber alguém em seu Ilè, pode-se usar o termo Káàbo ou E káàbo!

    Mas qual a diferença? Simples. O “E” na frente de alguns termos indica que você está dirigindo-se a alguém com mais idade, em outro nível hierárquico, no nosso caso, religioso ou quando está se dirigindo a um grupo de pessoas.

    Exemplo ao receber um Bàbálórìsà, após já ter usado os outros cumprimentos que se exige, pode ser dito:

    Você: – E Káàbo Bàbá!!! ou, caso de uma zeladora, Ìyá!

    Uma aluna que tem contatos com nigerianos foi corrigida por um, pois ele desconhecia a forma “Káàbo“, mas conhecia a segunda forma que eu até ensino no vídeo: Ku abo ou E ku aboUma forma mais antiga e tradicional!

    A resposta a esta saudação é o simples: Mo dúpé!


    Bom dia  – Káàro!

    O começar do dia, com os primeiros raios do sol traz essa saudação que também é muito utilizada em nosso querido idioma nato!

    Veja como funciona a regra do “E“: No primeiro caso, um pai encontra seu filho e o cumprimenta, neste caso não  pai não usa a partícula “E“.

    Bàbá: – Káàro omo mi!

    Omo – E káàro oo!!

    Agora o filho encontra seu pai, aí a regra se faz presente:

    OmoE Káàro o, Bàbá!!

    Bàbá: – Káàro oo, omo mi!!

    As outras formas!

    Eu sei o que você deve estar se perguntando agora: E as outras formas? Boa tarde… Boa noite…

    Certo, a regra se mantem ok? Se você for se direcionar a uma pessoa de mais idade, ou grupo de pessoas, ou a alguém superior em grau hierárquico, coloque o “E” na frente e presumo que você conheça a regras dos sinais e entonação, não é? 

    Então temos:

    Seja bem vindo = Káàbo;

    Bom dia = Káàro.

    E agora teremos:

    Boa tarde: Káàsan;

    Boa noite = Káàle ou Kále!


    Curta_a_fanpage


    Lembre-se, no meu vídeo lá do Youtube tem muitas outras saudações: Mo júbà, Mo kí… Tenho certeza que com ajuda do áudio e minhas explicações lá você irá entender bem melhor.

    Um grande abraço e… ops, já ia esquecendo essa saudação de despedida: O dábò e neste caso não se usa partícula “E” e nenhuma situação! Significa, até logo!!

    Ó dàbò!

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    òrìṣà, mas de uma maneira correta e sem misticismo? Conheça nosso cursos abaixo: Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá! O que está incluso no curso:

    • Aulas em vídeos;
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    Antes de começar, também gostaria de convidá-lo a conhecer meu canal no YouTube e minha Fanpage, onde você sempre encontra as novidades que posto: vídeos, promoções, cursos, palestras e por aí vai!! Clique aqui e se inscreva no Canal do Youtube – Educa Yorùbá. E para nossa FanPage, clique aqui e curta a FanPage da Educa Yorùbá onde sempre tem novidades e postagens muitos legais e informativas.

    Vamos aprender?

    Verbos em Yorùbá é uma parte muito fácil do idioma, porém não menos importante. A facilidade provém do fato de serem palavras de alterações mínimas e importa

    somos sem ações? Vejam e entendam.

    Regra básica de verbos é: invariabilidade… não mudam, mas a posição dentro da frase sim.

    Definição: Verbos são palavras que expressam ações que podem ter acontecido, estar acontecendo ou vir a acontecer. Em Yorùbá são fáceis de identificar.

    Verbo “perguntar” = bi (obs.: todo verbo em Yorùbá já vem no passado, o que muda às vezes é o contexto dele ou a presença de advérbios.)

    Èmi bi = eu pergunto ou perguntei
    Ìwo bi = você pergunta ou perguntou
    Òun bi = ela ou ela pergunta ou perguntou
    Àwa bi = Nós perguntamos
    Eyin bi = Vocês perguntam ou perguntaram

    ntes pois expressam ações e o que
    Àwon bi = Eles ou Elas perguntam ou perguntaram

    Até aí fácil…. ok? Béèni?

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    Gerúndio.

     
    E se eu quiser por esse verbo no gerúndio (Ação que está ocorrendo neste exato momento), como faço? Simples, partículas pré-verbais!! No caso do gerúndio – “n”. Lembra que eu disse que o verbo em si não modifica? Em Português o verbo às vezes se transformam dependo da conjugação, mas em Yorùbá isso não ocorre.

    Èmi nbi = eu estou perguntando
    Ìwo nbi = você está perguntando
    Òun nbi = ela ou ele está perguntando
    Àwa nbi = Nós estamos perguntando
    Eyin nbi = Vocês estão perguntando
    Àwon nbi = Eles ou Elas estão perguntando

    Não disse ser simples!!?! Lembrando que o gerúndio também é marcado com apóstrofo“Èmi n’bi” = “Èmi nbi”.

    Futuro (Nosso futuro indicativo) Partícula “Yio” ou “Yóò”.

    O Futuro expressa uma ação com intenção de acontecer mais a frente. Nem agora e nem ontem, porém, mais a frente. Novamente teremos a presença de partículas pré-verbais e o verbo não se altera. Vejamos:
    Èmi yio bi = eu perguntarei
    Ìwo yio bi = você perguntará
    Òun yio bi = ela ou ele perguntará
    Àwa yio bi = Nós perguntaremos
    Eyin yio bi = Vocês perguntarão
    Àwon yio bi = Eles ou Elas perguntarão

    Simples e simples, apenas agir assim com os demais verbos…sem nunca mudar a estrutura do próprio. Pegue qualquer verbo e use essa fórmula para conjugar os verbos.

    Conclusão: Sabendo que os verbos são inalteráveis em sua estrutura e que o que flexiona o tempo e o modo são as partículas pré-verbais; e também sabendo que o verbo por si só, sem adição de partícula já expressa passado, podemos conjuga-los facilmente.

    Mas, existem outras partículas, não termina aqui as explicações sobre o assunto. Caso deseje conhecer mais sobre verbos, adquira o Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá, assim, além de você poder conhecer mais a fundo os verbos, poderá retirar suas dúvidas quanto a eles também.

    O que está incluso no curso:

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    • Apostilas em PDF com resumo das aulas;
    • Dicionário ao final do curso;
    • Técnicas de estudo melhorando o aprendizado do idioma;
    • Certificado ao final;
    • Retirada de dúvidas diretamente com o professor!!

    O dábò!!!!!