Categoria: Idioma Yorùbá

  • 10 Exemplos de Orúkọ  de Filhos (Devotos) de Èṣù

    10 Exemplos de Orúkọ de Filhos (Devotos) de Èṣù

    Orúk– nome em Yorùbá – é a expressão que traz muita força, uma verdadeira história de vida de quem o recebe e traz com orgulho. Claro que essa é a característica dos nomes na Nigéria e também dos iniciados ao Culto de Ifá por exemplo, que tem seus nomes ligados ao signo (odù) de iniciação e família a que pertence.

    No Candomblé, por vezes, isso não é bem verdade, os nomes não são considerados apenas nomes. Algumas casas ensinam o total segredo do nome, que não pode ser revelado, com o perigo de que com este dado poderá se fazer mal ao dono do orúkọ. Um outro problema constante também é o fato de muitos iniciados não terem o significado do seu nome revelado sem antes completar 7 anos, uma obrigação de maioridade dentro DO CANDOMBLÉ, somente.

    Recebo constantes e-mails com diversas reclamações como: o zelador não revela o que significa o nome; o ìyáwo só recebe o significado após os 7 anos; o nome dado não encontra significado quando se tenta traduzir e por ai vai.

    Lembro bem de uma certa feita que recebi um e-mail de um rapaz que o zelador havia falecido, mas não havia deixado o significado deu seu orúkọ. Iniciado ao òrìsà Oya, ele buscou ajuda com seu avô de santo que lhe passou um significado totalmente absurdo perto da palavra em Yorùbá.

    Dizia ele que o nome dele em Português seria: A borboleta dourada que sobrevoa o poço dourado de Oya! Mas o nome (Com autorização do rapaz estarei escrevendo) era: Oya Lábalábaigbo!

    Uma tradução simples e temos: Oya A borboleta da floresta!

    Por estas e outras que gostaria de trazer 10 nomes de iniciados ao orìsà Èṣù. Esses são orúkọ públicos, não há Awo com esses nomes. Servem para que possamos ter noção de alguns nomes de quem é iniciado a este òrìṣà ou que tenha algo relacionado ao òrìṣà por nascimento e etc.

    Como Nascem Os Nomes Na Nigéria?

    Mas antes, preciso explicar uma coisa muito importante para que não pensem ser esta postagem imoral ou algo do tipo. Volto a dizer: nome é um aspecto cultural na Nigéria. Mesmo muçulmanos e alguns cristãos recebem nomes em Yorùbá – orúkọ.

    Mas como nascem esses nomes? Todos são ligados aos òrìṣà? Essa dúvida é comum, pois quando digo que mesmo um muçulmano recebe um nome em Yorùbá a pessoa pensa que ele foi iniciado ao òrìṣà. Isso acontece ao fato de no Brasil pensarmos em orúkọ somente como sendo aquele que o ìyáwo grita na saída. Ledo engano!

    Orúkọ é nome, simplesmente isso. Uva é o orúkọ de uma fruta. Gato é o orúkọ de um animal e assim por diante.

    Na Nigéria, os nomes nascem de acordo com as circunstâncias de nascimento, de acordo com eventos que estejam ocorrendo ou até mesmo o que aconteceu com os pais durante ou antes da gravidez. Gêmeos recebem nomes especiais, crianças que nascem quase mortas, sem sinais vitais recebem nomes especiais; filhos de nobres recebem nomes especiais.

    Os nomes servem justamente para poder identificar a história, a origem da pessoa e são em quase todos os casos motivo de orgulho de se carregar, não sendo escondidos.

    Bem, não irei me alongar acerca deste assunto, o post ficaria muito longo. No entanto ao lado tem um curso, lançamento, que ensina mais sobre Orúko – Nomes Sagrados dos Òrìsà. Clique no botão ao lado e conheça mais sobre o assunto!

    10 Nomes de Iniciados* ao òrìṣà Èsṣù

    *Não são exatamente exclusivo de quem é iniciado a este òrìṣà. Muitos nomes nascem por vezes pelo simples fato de a criança ter nascido durante um festival a este òrìṣà ou qualquer coisa que ligue a este fato. Pode até mesmo ser pelo fato de os pais serem cultuarem Èṣù e durante a gravidez ter recorrido a ele nos momentos mais tensos.

    • Èsùlopé – Èsù é motivo de gratidão;
    • Èsúgbàyi – Èsù salvou esta pessoa;
    • Èsùsiná – Èsù abriu os caminhos;
    • Èsúsuyí – Èsù produz dignidade;
    • Èsùríndé – Èsù andou aqui (Esteve presente aqui.);
    • Èsùkúnlé – Èsù preenche a casa;
    • Èsùdélé – Èsù retornou para casa (esta casa);
    • Èsùfémi – Èsù me ama;
    • Èsùgbèmi – Èsù me beneficiou;
    • Èsùbíyìí – Èsù trouxe essa quarta criança. Essa criança (Nascimento) é de Èsù.

    Esses simples nomes não nascem apenas por serem bonitos ou fáceis de se pronunciar. Cada um traz uma história que reflete bem o motivo, circunstâncias e até mesmo livramentos que cada nascimento teve.

    Os nomes em Yorùbá – nos aspecto Nigéria – são verdadeiras histórias que quem os recebem carregam com orgulho e sem motivos de esconderem.

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    Este curso visa ensinar como o uso correto do idioma Yorùbá pode ser usado para criar orúkọ que reflete o momento que o ìyáwo se inicia. Você aprenderá a traduzir nomes, compor nomes com fundamentos corretos do idioma.

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  • [Grátis] Aula de Yorùbá Para Candomblé – Nomes de Casas de Orixá – #6

    [Grátis] Aula de Yorùbá Para Candomblé – Nomes de Casas de Orixá – #6

    Aprendendo Idioma Yorùbá Para o Candomblé

    Mo júbà gbogbo!

    Estamos aqui para mais esta aula de idioma Yorùbá, lembrando que o foco da Educa Yoruba é justamente aulas deste idioma mágico que é o idioma iorubá ou Yorùbá, não ensinamos religião.

    Cada dia mais tem sido maior o apoio de nossos alunos e seguidores para que continuemos nessa jornada árdua, criticada mas que rende frutos como alunos dedicados e seguidores que são praticantes assíduos do Candomblé, Ifá, Culto Tradicional Yorùbá ou Umbanda.

    Saiba que essa é a aula de número 6. Perdeu as outras? Sem problemas, clique nos links abaixo e leia as outras 5 aulas gratuitas:

    Aula 1  –  Aula 2  –  Aula 3  –  Aula 4  –  Aula 5

    Hoje falaremos sobre nomes de  barracões de santo ou ilé t’òrìṣà… Espaço sagrado dos orixás, àwọn òrìṣà. Esse local merece todo o nosso respeito e carinho. Nesse espaço o idioma predominante sabemos que é o idioma Yorùbá, porém em alguns casos há a presença de outros idiomas.

    E onde o aprendizado do idioma Yorùbá, ou um Curso de Yorùbá pode ajudar você a colocar um nome em sua casa de santo?

    Em muitas coisas e principalmente para não passar a vergonha de ter o nome como menstruação, peneira e por aí vai associado a sua casa. Há casos de nomes totalmente desconexos e que na verdade nada significavam.

    Irá entender até o término da matéria, aguarde!

    Entender o idioma de nossa religião, nem que seja o básico, o fundamental, é de suma importância para todo iniciado, ainda mais os que tanto batem no peito para dizer que tem mais de 10, 20… 30 anos de iniciado! A idade é primordial, ainda mais quando atrelada ao fator conhecimento de causa.

    Por vezes, a pessoa tem 10 anos de santo, mas com conhecimento de alguém que tem somente 1 ano. E claro, há também o caso de pessoas com 2 anos de santo e com grande conhecimento (apesar dos entraves que muitos impõem aos que buscam conhecer mais da religião, resquício antigo).

    Então, vamos dar inicio ao estudo!

    Todos estão acostumados a ver os nomes das casas de Candomblé assim: Ilê Axé…, Igba/ Ibá Axé… ou até mesmo… Ebé/Egbe Orixá…. (Nomes deixei aportuguesados mesmo). Muito antigamente, antes dessa não mais nova globalização e boom da internet, tudo isso passaria despercebido de algum erro e uns até acham bonito sair do tradicional Ilê Axé e partir para outras nomenclaturas, para de fazer mais do mesmo.

    Não obstante, isso causa uma babel de termos que muitas vezes fogem dos significados mais básicos: Casa de Energia/ Força Espiritual… Claro que não é proposital, ainda mais em tempos que o acesso ao conhecimento era muito limitado e quem o tinha trancafiava até o caixão e ia-se por terra.

    Veja a palavra Àṣẹ (Axé):

    Escrita corretamente: Àṣs. Tradução mais comumente aceita: Energia espiritual, força espiritual. Bem, não me apegarei a traduções detalhadas, pois é uma palavra que pede um livro, mas todos compreendem bem o que significa.

    Mas na falta de conhecimento básico, Àṣẹ se transforma em Àṣẹ́. Comentei em um vídeo no Youtube sobre acentuações e a mania de algumas pessoas colocarem acentos onde não há necessidade, vezes por ignorância mesmo, mas um simples acento transforma sua casa em alvo de piada… Veja esse exemplo simples: Ilé Àṣẹ́ t’Ògún, que significa:

    Casa da Menstruação de Ògún!!!

    Pois é, Àṣẹ́ ou à (Não se prenda somente a um ponto embaixo, pode ser uma vírgula, traço e etc, desde que seja uma marcação embaixo do “s” e do “e”) significa menstruação e não ficaria nada bonito estampado em uma placa na frente de seu ilé; num convite para saída de ìyáwo ou obrigação; até mesmo em um jornal como anúncio para jogo de búzios. Agora entende a importância de um básico conhecimento de acentuações e um dicionário confiável?

    Ainda há Àṣẹ̀ = Festa/ e Aṣẹ́ = peneira.

    Esses dois menos inofensivos, mas da mesma forma merecem cuidado no uso. Ou seja, aprender Yorùbá não é banalidade, não é luxo… é uma necessidade dentro de nossa religião.

    E a moda do Egbé e Igbá? Vamos analisar.

    O primeiro termo eu via muito utilizado pelas pessoas de Ifá, que após iniciadas, formavam grupos para estudos e continuar o culto aqui no Brasil após o seu sacerdote retornar para Nigéria ou outra localidade.

    Ẹgbẹ́ significa uma reunião de pessoas ou uma sociedade, comunidade. Um grupo de pessoas e organizadas, não podemos esquecer deste fator. Não é qualquer turma de baderneiros que se tornam um Ẹgbẹ́.

    Porém, de uns tempos para cá, esse termo também é usado para casas de òrìṣà praticantes de Candomblé, posto que, acredite, nem todos que se reúnem para cultuar òrìṣà podem se enquadrar como Candomblé. E isso despendem longos debates que eu particularmente não acredito que muitos estejam prontos para tal.

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    Igbá já é mais filosófico e envolve o simbolismo da cabaça e esse é seu significado (Igbá = Cabaça). Pequeno espaço sagrado e muito especial para se usar em vários feitiços, akoṣe, ẹbọ e N utilidades, mas aqui é o poder sagrado do objeto que possibilita usar para nomear lugares. Uma casa de santo é um local sagrado… um igbáIgbá àṣẹ… Cabaça de àṣẹ.. cabaça de energia/ força!

    Ainda temos igbá òrìsà, igbá orí e a contração igbádu! Mas cuidado, veja a imagem abaixo:

    Vamos então deixar as palavras bem explicadas para ajudar no nome de seu Ilé. Claro que a intenção não é ensinar a você como colocar um nome em sua casa, pois cada àṣẹ age de uma maneira. Porém, é dar uma luz nos principais termos e também impedir que determinadas palavras estranhas vão parar em convites de saídas de ìyáwó, Fan Pages, Instagram, placas de barracões e até tatuagens, como já vi.

    Ilé (lê-se: ilê) = Casa, Moradia, habitação. Aportuguesado: Ilê. Não confundir com ilẹ̀ (lê-se: ilé) = terra!!!!!

    Àṣẹ = Energia espiritual. Aportuguesado: Axé.

    Ẹgbẹ́é= Sociedade, comunidade, associação, grupo. Aportuguesado: Egbé ou Ebé.

    Igbá = Cabaça. Aportuguesado, porém incorre em muito erro de tradução: Ibá. E a saudação é Ìbà!

    Lembrando que vejo muitas junções de três elementos: Ilé
    Àṣẹ Igbá…. ou Ilé Àṣẹ Ẹgbẹ́…

    Ou seja, agora basta você construir conforme a sua necessidade

    Ilé Àṣẹ…

    Ẹgbẹ́ Àṣẹ…

    Igbá Àṣẹ…

    Gostou do Que Aprendeu? Então Continue Seu Aprendizado!

    Imagine poder dominar todo este conhecimento e não mais cometer erros grosseiros de idioma e cultura Yorùbá. Ter a segurança de estar escrevendo e falando corretamente os termos básico do idioma do Candomblé.

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  • Dicionário Yorùbá – Obá ou Obà – Qual o Correto? Vamos Aprender!

    Dicionário Yorùbá – Obá ou Obà – Qual o Correto? Vamos Aprender!

    Mo júbà

    Aqui, Olùkó Vander falando, trazendo mais este conteúdo de informação sobre o idioma iorubá ou Yorùbá rs, depende de como você se relaciona com o idioma.

    Nome de orixá é algo que eu, como professor de Yorùbá, sempre pasmo ao ver o que as pessoas escrevem. Eu nunca consigo entender como que alguém desconhecendo algo, tenta inventar para poder suprir a falta de conhecimento. Em certas situações isso é muito bom, mas em outras é complicado.

    Inventar quando estamos diante de algum problema é algo que força a nossa criatividade, isso é bom. Mas por exemplo, inventar quando se tem um certo a seguir, complica. Isso é o caso de idiomas.

    Por que disso tudo? – Você deve está se perguntando.

    Nome de Xangô – Obá? Oba?

    Orixá - Xangô
    Orixá Xangô – Obá

    Primeiramente é importante salientar as diferenças entre o idioma Yorùbá e o Português. Para muitas palavras em Yorùbá há um correspondente em Português, bem simples isso.

    Mas, há um erro, quando se cria uma palavra em Yorùbá com mistura de Português e ainda podendo confundir a cabeça das pessoas. Vamos entender isso.

    Xangô ou Sàngó é um rei, recebe esse título pela sua linhagem nas terras nigerianas. Foi Rei de Oyo. A palavra rei em Yorùbá, frisa, em Yorùbá é Oba.

    Agora, quando passamos para o Português ela é Obá e a primeira vogal é lida fechada, dando a entender que não há uma pontuação nela. Complicou? Vamos destrinchar a palavra em Yorùbá:

    Oba

    O – lê aberto, ó, como em porta. Lê-se assim por causa do ponto embaixo.

    B – pronuncia-se normalmente como em português;

    A – lê normalmente como em Português, sendo que em Yorùbá, por não ter acentuação, tem o tom médio (Caso não conheça os tons, baixe seu curso gratuito de Yorùbá – clique aqui)

    Ou seja, Oba se lê Óba. Tudo bem até aí, certo? Em Português já sabemos que o O é lido fechado e a entonação é lida alta no A – lê-se: Ôbá.

    Espero que tenham compreendido a diferença entra pronunciar em Português e pronunciar em Yorùbá, qualquer coisa deixe sua dúvida no comentário, não seja tímido rs ou tímida.

    A Esposa de Xangô – Oxum, Oiá e….

    E então meu querido aluno, chegamos ao grande motivo de eu estar reescrevendo esta postagem, sim, ela foi reescrita. Antes havia feito uma outra postagem que você pode conferir aqui – Antiga Postagem.

    Quando falo sobre o título de Xangô, muito alunos acabam me perguntando sobre o nome de uma de suas esposas: Obà.

    E é assim mesmo que você viu.

    Gosto de fazer um teste: escreva rei em Yorùbá. E eles escrevem: Obá (Errado sabemos.)

    Depois peço que escreva o nome da esposa dele e…. Lóba, Yóba, e pasmem: Obá.

    Tem algo errado ai, sim tem algo errado. Rei – Obá e a esposa dele – Obá :/ ?

    Nome Correto da Esposa de Xangô.

    Sem rodeios, o nome correto da esposa de Xangô é O. E assim como fiz com o outro termo, vamos analisá-lo:

    O – lê-se aberto, ó, como em porta.

    B – pronuncia-se como em Português;

    À – Aqui mora a chave. Esse acento para esquerda é um indicador de entonação mais baixa, muda o som da palavra. Lê-se mais fraco e consequentemente, diferente de Oba.

    (Breve Irei Gravar Um Vídeo Sobre Esse Tema, Então… Se Inscreva Em Meu Canal No YouTube – Clique Aqui)

    E Quanto à Lóba, Yóba, Obá e tantas outras palavras que inventam… sim.. inventam por aí? Já vi brigas por causa desse nome.

    Não existem! Simples Assim.

    Conclusão.

    Vamos fechar então resumindo. Não esqueça de compartilhar este conteúdo para seu amigos, é importante que o idioma do Candomblé e dos Orixás seja escrito de forma correta. Compartilhe!!

    Em Português o título de Xangô é Obá.

    Em Yorùbá, o título de Sàngó é Oba.

    A esposa de Xangô, uma delas, é Obà.

    Só muda a acentuação e consequentemente a entonação.

    Para o Português não há equivalência dela, ou melhor, acabam usando a mesma que Xangô – Obá.

    Espero que tenha gostado deste conteúdo e peço que comente com sua opinião, sugestão e claro, crítica caso tenha. Compartilhe também em suas redes sociais para outras pessoas tomem conhecimento desse ensinamento.

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  • Adamus Òrìsà – A Verdade Que Nunca Contaram a Você!

    Adamus Òrìsà – A Verdade Que Nunca Contaram a Você!

    O Festival de Eyo – História e Características

    Na Nigéria há diversos festivais, em sua maioria alegre e colorido. Alguns outros tristes, mas sempre com um forte significado para o povo. Os mais conhecidos festivais são: Festival de Egungun (Sim, é um festival aberto ao público), Festival de Òsun Osogbo e o Eyo. Há muitos outros, claro. Não conhece este último?

    O festival Eyo, também conhecido como Adamus Orisa, é um festival colorido que expressa e exibe a cultura e as tradições da cidade de Lagos, na Nigéria. É amplamente esperado e assistido por todos que lá vivem e também por visitantes de toda a Nigéria e estrangeiros também. Não há nada parecido no Candomblé, acredite!

    As suas esplêndidas e expansivas exibições teatrais realçam e exibem a história nativa dos habitantes de Lagos e, através de uma pitoresca variedade de regalias e fantasias, forma desfiles na ilha de Lagos. Isso é amplamente considerado como um dia de alegria e esplendor.

    O festival evoluiu ao longo de três séculos, e é geralmente realizado para celebrar a vida e os tempos de um Oba, ou em comemoração da passagem (morte) ou ascensão ao trono de um Oba (rei) de Lagos. Igualmente, o festival de Eyo é encenado na memória de um indivíduo digno e ilustre falecido. Uma grande forma de homenagear uma pessoa que foi grande destaque na vida da comunidade

    Considera-se que constitui a maior honra que Lagos pode fazer para pagar um cidadão pela eminência e serviço público. Apesar de suas origens terem um propósito ritualístico, também houve incidentes quando o Festival de Eyo foi realizado para coincidir com a homenagem a dignitários estrangeiros.

    Geralmente, não há data definida para a realização do Festival de Eyo. Assim, a ansiedade em Lagos e além, uma vez que as datas de sua performance foram selecionadas e anunciadas é imensa. O festival abrange uma série de atividades que duram uma semana e culmina em uma procissão impressionante de milhares de homens vestidos de branco e usando uma variedade de chapéus coloridos, chamados Aga Eyo e também cajados – Opa Eyo. Esses cajados e chapéus são o que identificam os grupos de mascarados. Veja no vídeo um pequeno trecho:

    A procissão que dança e celebra nas ruas de Lagos passa por vários locais e monumentos cruciais da cidade, incluindo o Palácio de Oba. Os Eyo são considerados relacionados aos espíritos dos mortos que retornaram para limpar Lagos do mal e rezar por sua contínua prosperidade e existência pacífica.  Alguns consideram que quando chove durante o festival é um bom sinal, pois tudo foi lavado e está limpo, sem espíritos ruinsO festival começa do anoitecer ao amanhecer e acontece aos sábados desde tempos imemoriais.

    O Festival Eyo essencialmente admite pessoas altas, e é por isso que é descrito como Agogoro Eyo (que significa literalmente o mascarado alto de Eyo). Na maneira de um espírito estar visitando a terra com um propósito, a pessoa mascarada de Eyo fala com uma voz meio de ventríloquo, sugestiva de seu outro mundo; e quando cumprimentado, responde: “Mo yo fun e, moyo fun’ra mi” (“Eu me regozijo por você, e me alegro por mim mesmo). Essa resposta, sempre ditas em língua Yorùbá,  denota que os bailes de máscaras se regozijam com a pessoa que a cumprimenta para o testemunho do dia e com sua própria alegria em assumir a sagrada responsabilidade da limpeza.

    O Eyo possui códigos estritos que proíbem a transgressão, de modo que outros desempenhos da peça não são permitidos fora de seu objetivo projetado, tudo é muito bem supervisionado pela polícia. Para que uma peça de Eyo seja iniciada, diz-se que a permissão é tradicionalmente buscada no Oba de Lagos, por uma pessoa que acredita que seu ancestral falecido merece ser honrado por sua contribuição a Lagos.

    Posteriormente, o Oba vai, com sua equipe, dirige a um de seus mensageiros para convidar o Akinsiku de Lagos (o chefe de todos os Eyos) para o palácio para uma consulta. É o Akinsiku quem expõe e especifica o Ikaro – as oferendas e os presentes exigidos da família solicitante antes que a peça possa ser encenada. Como tal, o Oba é a fonte de autoridade que é passada para os Akinsiku, que então distribui os presentes para as famílias das divindades em Lagos.

    No entanto, também pode-se dizer que, para a peça de Eyo ser encenada, a permissão é solicitada ao Awe Adimu, a base do grupo Eyo sênior, e então a Akinsiku informa ao Oba e ao respectivo conselho de anciãos, então os arranjos para o festival começa assim que a permissão é concedida.

    Uma outra curiosidade é que o Festival por não ter uma data certa para acontecer, sempre ocorre em situações bem diferentes. Já ficou 21 anos sem ocorrer, assim como já ocorreu 3 vezes no ano. Então tem que se colocar na cabeça que o Festival serve para comemorar a memória de uma pessoa muito importante para a Nigéria.

    Enquanto o festival de Eyo, também conhecido como o jogo de Adamus Òrìsà, é o principal evento cultural em Lagos, a sua história e origens foram articuladas numa série de versões bastante divergentes, mas que falam da sua aceitação apaixonada pelo povo de Lagos.

    Uma fonte proeminente da história do festival Eyo é da família Isokun Onilegbale Chieftaincy, alegando que o festival é de lbefun, e diz respeito à história de Olori Olugbale, esposa do rei Ado de Lagos, cujos dois irmãos (ou primos), Ejilu e Malaki vieram visitá-la em Lagos, mas descobriram-na morta quando chegaram. Posteriormente, eles retornaram para lbefun para trazer o Eyo Mascarados para Lagos para comemorar sua morte.

    Independente da versão, sabe-se que é um festival lindo, alegre e muito movimentado. Não existe Orixá Eyo, iniciação a Eyo. Podemos o mais próximo de comparação aqui no Brasil é dizer que é similar ao Afose Filhos de Gandhi.

    Então, gostou da postagem? Já conhecia o Adamus Òrìsà – Eyo? Deixe seu comentário!!

    Ó dàbò!

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  • Gèlé (Pano de Cabeça): A Coroa da Mulher Negra! (I)

    Gèlé (Pano de Cabeça): A Coroa da Mulher Negra! (I)

    O Pano de Cabeça no Candomblé – O Gèlé

    Mo júbà!

    Você já viu aqueles panos lindos nas cabeças das mulheres nigerianas? Já reparou que aqui no Brasil, dentro do Candomblé, ele ganhou quase que um culto e até mesmo itan para justificá-los? Pois bem, trago hoje para vocês o Gèlé – Pano de Cabeça do Candomblé!

    Um amigo, nigeriano nativo, com qual mantenho trocas culturais e linguísticas simplesmente estranhou o uso por homens aqui no Brasil no Candomblé, não só o uso do pano de cabeça, como outras vestimentas femininas em homens. Apesar das explicações dadas, para ele é algo estranho. Em outras situações se usam sim os panos de cabeça, principalmente em desertos, mas em situações sociais e festivas ele estranhou.

    “Gele” ou “Gèlé” é uma palavra Yorùbá para um envoltório usado na cabeça das mulheres, ou seja, uma espécies de indumentária feminina. Pode jogar a palavra no Google e ficará espantado com a beleza desse item feminino. As mulheres Yorùbá são conhecidas por usá-los incrivelmente bem encaixados, fixados em suas cabeças, e apesar de ser apenas um apetrecho, pode ser encontrado em quase todas as culturas Africana.

    Se deseja saber mais sobre outras vestimentas e suas explicações, saiba que no Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá, trato de vestimentas femininas e masculinas. Excelente conhecimento para ser passado dentro do Ilè.

    Gèlé é mais do que apenas uma cabeça coberta, é uma forma de arte. Um grande pano retangular amarrado na cabeça da mulher em uma variedade de formas, cores e estampas. O material usado para fazer o Gèlé é geralmente duro, mas flexível, por exemplo, Aso-oke (o verdadeiro feito em tear e de seda), Brocado (algodão) e Damasco. Aqui no Brasil se usam materiais diversos, de bordado a chita.

    Estes materiais vêm em uma ampla variedade de cores, padrões e texturas. Quanto maior o pano (e maior a habilidade) mais elaborado aparenta e até confere um certo status. É quando a mulher negra se torna a rainha em toda sua plenitude e beleza!

    Amarrando um Gèlé

    Amarrar um Gèlé é uma forma de arte que requer prática, paciência e muitas vezes um braço bem tonificado, mas uma vez amarrado, um Gèlé pode fazer qualquer mulher aparentar um certa realeza, um ar de supremacia estética. É uma bela coroa de glória e honra, e hoje eles vêm em cores surpreendentes, padrões e desenhos.

    Para eventos glamourosos, como casamentos, aniversários, batismo, inaugurações ou até mesmo funerais – aparência de uma mulher é muitas vezes considerada incompleta sem um.
    Quando se fala em Brasil, dentro do Candomblé eles quase que tem uma amarração padrão, porém, estou começando a ver algumas àwon ìyá usando de maneira mais glamourosa, sem deixar a essência religiosa e respeitosa se perder.

    cursodeyoruba_panodecabeça_candomblé (3)

    A arte de amarrar um Gèlé é como qualquer outra arte, o seu sucesso depende da criatividade e maestria. Um pano de cabeça, como é chamado aqui no Brasil, no Candomblé e Umbanda, quando devidamente amarrado, pode ser como uma coroa, porém, ao contrário, se feito de forma errada pode se tornar um desastre total. Imagine no alto de sua beleza, ele se desfazer no meio do salão? Não seria bom!!!! Apesar de acontecer por vezes.

    Cada Gele é único e não existe uma fórmula verdadeira para alcançar a aparência exata duas vezes. Se você der uma olhada mais de perto, você verá que não há dois Gèlé(s) – Àwon Gèlé –  (uma vez amarrados) iguais. O povo Yorùbá, absolutamente ama Gèlé porque não só eles são amarrados em vários estilos, mas eles são um aspecto da cultura que fazem as mulheres se sentir bonita e são em verdade, não importa a ocasião. O estilo das cores do Gèlé pode ser um reflexo do seu estado de espírito, o estilo ou personalidade. Assim como temos aqui no Brasil o tipo funkeira, pagodeira, executiva, hippie e etc. Um Gèlé tem a marca de sua dona, ou usuária. Tendo aí também reflexo de desleixo ou capricho; de luxo ou simplicidade.

    Criatividade é a chave!

    cursodeyoruba_panodecabeça_candomblé (2)

    Interessado em saber como amarrar seu próprio gele? Não perca no próximo post vídeos ensinado a marrar seu Gèlé e você chegar totalmente transformada em seu Ilè t’òrìsà!!

    Ó dàbò!!

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    • Técnicas de estudo melhorando o aprendizado do idioma;
    • Certificado ao final;
    • Retirada de dúvidas diretamente com o professor!!
  • 3 Maneiras de Aprender a Cantar um Candomblé

    3 Maneiras de Aprender a Cantar um Candomblé

    Os pedidos de ajuda que constantemente recebo por e-mail sempre para nesta pergunta: Olùkó, como posso fazer para cantar um Candomblé corretamente? De cada 10 e-mails que recebo todos os dias, 6 acabam chegando nesta questão. E quem me conhece de tempos já sabe minha resposta.

    No entanto, por que ficar dando a mesma resposta quando posso responder aos alunos e futuros alunos por aqui, de uma única vez? Nada melhor que uma postagem onde todos do Candomblé e Umbanda possam ler e se instruir.

    Um Candomblé bem cantado é algo que encanta, os convidados irão sempre chegar naquele momento que  comentam sobre como o akorin – cantor –  puxou cantigas no momento certo, que a energia era maravilhosa, com emoção e cantando corretamente cada palavra… ops… mas aí que mora o problema!

    Muitas pessoas cantam maravilhosamente orin sem muitas vezes saber o que significa cada palavra. Alguns até cantam com emoção verdadeira.  Geralmente aprendeu a cantiga de ouvidos, sabendo qual é para qual òrìsà, para qual momento, para qual ritmo dos atabaques. No entanto, quando é uma pessoa detentora desses conhecimentos, sabendo que cada palavra proferida e cantada tem poder (Palavras tem poder no Candomblé, veja esse Post), tem àse…. ele dá um verdadeiro show… engrandece a roda e o òrìsà vibra de tanto gosto!

    Mas como chegar a esta maestria? Vamos ver algumas formas, mas todas elas passam por conhecer as bases do idioma Yorùbá, afinal de contas, este é o idioma primordial do Candomblé!

    3 Maneiras de Aprender a Cantar um Candomblé

    Não são formas definitivas, mas são as três formas que indico aos meus alunos e tem dado muitos bons resultados segundo eles. Alguns até mesmo são elogiados pelos seus zeladores e zeladoras pela mudança no cantar e levar uma roda de Candomblé.

    #1 – Fazendo um Curso

    Parece óbvio né a primeira opção, mas realmente há bons cursos que ensinam cantigas de Candomblé e Umbanda, suas letras e explica a história envolvida ali. O importante na escolha do curso e do professor é saber se ele segue a mesma “cartilha” de seu Ilè. Pois sempre percebo que de àse para àse algumas letras mudam e até cantigas que existem em uma não há em outra.

    Se seu zelador conhecer alguém, seria a melhor forma de buscar uma indicação, evitando atritos no barracão.

    Algumas pessoas tiveram boas bases de ensino, aprendendo com zeladores antigos que conheceram descendentes de escravos que dominavam bem o idioma. Outros estudaram mesmo a fundo e por isso tem essa maestria. Algumas casas ensinam também antes mesmo que a pessoa se inicie lá. Essa última opção seria o ideal, mas se vê pouco.

    #2 – Livros que acompanham áudios

    Nessas horas só me vem um material na cabeça, apesar das críticas que o autor ainda hoje, após seu falecimento sofre, falo do Sr. Altair T’Ògún e de seu livro Nkorin S’awon Orisa que possui áudios espalhados pela internet e vídeos no Youtube já com as letras e áudios.

    Esse material foi um dos pioneiros, vindo com a grafia correta, forma como deveria ser cantada, áudios e qual o toque do orin. Alguns “especialistas” da internet acusam o autor de inventar letras ou de trazer cantigas cubanas para o Brasil, tentando colocá-las para ser cantadas na praça.

    Como disse, ainda hoje o autor sofre críticas, mas é normal quando se começa com um trabalho pioneiro. Eu mesmo sofro com críticas por causa dos Cursos de Yorùbá e Dicionário de Yorùbá com Aulas em Vídeos. Bàbá King também tem materiais com áudios de cantigas e orações, mas poucas eu ouço hoje em dia em rodas, são mais voltadas ao culto tradicional Yorùbá! É um grande conhecedor do idioma também.

    Todo material, na verdade, você deve estudar e ver se é cantado da mesma forma em seu barracão, pois do contrário não irá surtir efeito você ficar cantando coisas que ninguém sabe responder ou que não é praticado em seu ilé. Novamente siga ao lado de seu zelador ou zeladora buscando orientação e apoio.

    A vantagem dos materiais com áudios é você poder ver se está cantando ou falando igual. Foi dessa forma que estruturei meus cursos. Os alunos gostam e podem aprender de forma mais proveitosa. Abaixo você tem a oportunidade de conhecer um desses cursos, dê uma olhada.

    #3 – Estude as bases do Idioma Yorùbá

    As bases do idioma Yorùbá permite que você consiga transcrever muita coisa que ouve e também a pronunciar as palavras de maneira precisa, com entonação correta. Mas entra um problema: conheço muita gente que canta belamente, mas não sabe o idioma Yorùbá, desconhece as acentuações e consequentemente as entonações… aprendeu de ouvidos, mas não conhece a base fonológica e nem gramatical do idioma.

    Com 100% de certeza (Sou suspeito de falar) o estudo do idioma Yorùbá ajuda no aprendizado de cantigas e sua correta canção.

    Perceba a diferença de uma pessoa cantando um Candomblé bem entonado e um Candomblé cantado a torto e direito somente por repetição de palavras.. a diferença é bem gritante.

    Um estudante de idioma Yorùbá ainda tem a vantagem de saber o significado das palavras, cantando não somente com palavras, mas com o corpo e com gestos de mãos, expressões de rosto! Querendo aprender o idioma Yorùbá clique aqui e saiba como! Posso te ajudar nessa empreitada!


    Atenção: Tem muitas coisas malucas pela internet, letras sem pé nem cabeça com traduções piores ainda. Tenha uma atenção bem crítica nessa hora.


    Poderia até mesmo colocar uma quarta opção aqui, que seria a de unir essas três formas em uma e você sair fazendo um verdadeiro show por ai.

    De qualquer forma, importante é que você aprenda as bases do idioma e junte isso a seu estudo de cantigas. Sempre peça orientação ao seu zelador ou ògá antigo da casa para também conhecer os fundamentos por trás da cantiga…. indo até onde lhe permitam.

    Para finalizar, baixe sua apostila com áudios do Curso de Introdução ao Idioma Yorùbá  Gratuito e veja como pode te ajudar… 

    Quer aprender mais sobre o idioma mágico do Candomblé? O idioma do
    òrìṣà, mas de uma maneira correta e sem misticismo? Conheça nosso cursos abaixo: Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá! O que está incluso no curso:

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    http://eko.educayoruba.com/fundamentos-do-idioma-yoruba-oluko-vander/