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  • 6 Filmes Sobre Candomblé Que Você Tem Que Assistir.

    6 Filmes Sobre Candomblé Que Você Tem Que Assistir.

    6 Filmes Sobre Candomblé Que Você Tem Que Assistir.

    Filmes sobre Candomblé e Umbanda existem há um bom tempo, na verdade podemos dizer que atualmente há poucos filmes ou documentários sobre o assunto e antigamente, haviam mais. Não por ter se esgotado o assunto: impossível se esgotar quando o assunto é a cultura afro religiosa. Atualmente tem se o Documentário – Eu, Oxum – Leia Sobre Aqui!

    Em outra postagem falei sobre os bons livros sobre o Candomblé – 7 Livros Sobre Candomblé Que Você Tem Que Ler. Muito bom por sinal o feedback que obtive de pessoas que realmente buscavam aprender mais sobre a religião.

    Listei aqui alguns filmes e documentário sobre o Candomblé, Umbanda e Cultura Afro Religiosa em Geral. Claro, há outros por ai, às vezes faltando uma boa divulgação. Não somos responsáveis pelos canais onde se encontram os vídeos, por isso, podem sair do ar por algum motivo caso esteja lendo esta postagem muito tempo depois.

    Lembrando também que nem todos os filmes falam diretamente sobre o Candomblé, mas a religião está inserida no contexto.

    Lista de Filmes  e Documentários Sobre Candomblé e Umbanda:

    1 – Eu, Oxum – 2017

    Este documentário não figura aqui na posição 01 por qualidade ou conteúdo. Na verdade, as posições que estarei colocando não indicam nada. Apenas uma organização em lista.

    O documentário “Eu, Oxum” , dirigido e roteirizado por Héloa e sua mãe Martha Sales, conta a sua história e sua relação com o orixá Oxum, e com outras cinco mulheres “filhas” do mesmo orixá, incluindo a Yalorixá Maria José de Santana, responsável pelo “Ilê Axé Omin Mafé, mais conhecida como “Mãe Bequinha”, que, também conta sua história, como a mais antiga “filha de Oxum” do município de Riachuelo, localizado na região do Vale do Cotinguiba-SE.

    São 25 minutos de uma narrativa de imagens e memórias do processo individual e diferenciado de cada uma dessas mulheres, em idade, tempo de inserção na religião, relações de parentesco e as funções que ocupam dentro desse espaço sagrado, onde Héloa imergiu e se encontrou em sua busca de espiritualidade, força ancestral, e reafirmação da mulher negra, sergipana em uma caminhada religiosa e ancestral.

    O filme possui a trilha sonora assinada por Vinícius Bigjohn e Klaus Sena, com canções dedicadas ao Orixá Oxum por artistas contemporâneos a Héloa, trazendo o retrato do sagrado feminino personificado na figura do orixá Oxum e a natureza dos rios e mares, baseada na imagética, arquétipo, características e elementos da natureza, da simplicidade estonteante do lugar representado no filme.”

    2 – Bahia de Todos os Santos 

    Filme bem antigo, dos anos 60. Teve como direção José Hipolito Trigueirinho Neto. A trama gira em torno de um grupo de amigos inconformados com o marasmo e a vida monótona da capital baiana, na época da ditadura de Getúlio Vargas.

    Tonho, um jovem rejeitado pelos pais que vive de pequenos furtos no porto de Salvador, vive conflitos sociais, políticos e religiosos. Sua amante inglesa quer afastá-lo dos companheiros, mas ele se envolve num atrito entre grevistas e a polícia, terminando por roubar a amante para ajudar os perseguidos. Insatisfeita, ela o denuncia, comprometendo-o politicamente. Ele é preso e, quando volta para a família, seu drama permanece.

    3 – Jardim das Folhas Sagradas

    Com certeza um dos mais envolventes do filmes. Particularmente gosto muito. Trama muito bem amarrada e com gostinho de quero mais.

    Jardim das Folhas Sagradas conta a história de Bonfim, negro baiano que tem sua vida virada pelo avesso com a revelação de que precisa abrir um terreiro de candomblé. Com os espaços disponíveis cada vez mais raros, ele acaba procurando um lugar na periferia empobrecida e degradada. Afastado da tradição e questionando fundamentos como o sacrifício de animais, Bonfim cria um terreiro modernizado e descaracterizado, o que lhe trará graves conseqüências.

    Numa época em que o crescimento urbano acelerado e a favelização transformam as cidades em espaços cada vez menos habitáveis, o candomblé, religião ancestral trazida pelos escravos africanos, tem uma grande lição de convívio e preservação da natureza a oferecer. A Bonfim e a toda cidade de Salvador.

    4 – Atabaque Nzinga

    Documentário musical sobre a Cultura Afro Brasileira, cuja estrutura narrativa se traduz por um jogo de búzios, onde nossa protagonista Ana (Taís Araújo) chega atraída pelo “chamado do tambor” em busca de seu auto- conhecimento e seu caminho.

    Pela estrada da percussão nas locações de Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro, Ana encontra diferentes ritmos, grupos musicais e coreográficos, experienciando sua integração na sociedade brasileira. O material filmado em Angola, África, onde no séc. XVII viveu e reinou a Rainha Nzinga, guerreira famosa, cujo nome serve de batismo à protagonista do filme, é uma referência e ilustra o passado da história do negro no Brasil.

     

    5 – Casa de Santo

    Casa de Santo, documentário dirigido por Antonio Pastori, traz como tema chave esta influência a partir dos rituais desses terreiros de Candomblé, preservados pelo povo negro que acredita na força de sua religião. As quatro nações da religiosidade de matriz africana estão retratadas com fidelidade e emoção.

    O filme percorre os principais terreiros das nações Jeje, Ketu e Angola e registra uma Festa de Caboclo, onde a raiz africana se mistura a influências indígenas e européias. Uma engenhosa tradução da diversidade étnica e cultural desta região da Bahia. O filme tem cenas inéditas de rituais que nunca haviam sido mostradas de forma tão fiel, em uma reconstituição histórica.

    Terreiros que não haviam aberto as portas mesmo para os fotógrafos, deram licença para as câmeras deste documentário que mostra como os segmentos de cada nação são diferenciados pelo dialeto utilizado nos rituais, a liturgia e o toque dos atabaques.

    É em Casa de Santo que Pastori documenta pela primeira vez, o Terreiro do Pinho, que segue os preceitos Jeje e foi fundado em 25 de dezembro de 1658 numa área que hoje pertence ao município de Maragojipe, a 133 km de Salvador. A equipe pôde registrar o lugar onde fica o que pode ser o terreiro mais antigo do Brasil, de linhagem Jeje – o que muda a forma de contar a história da diáspora africana.

    O filme está na lista editada pelo Jornal da PUC-Campinas como um dos registros indicados para entender as relações raciais. (realizado em 2005)

    6 -Por Que Você Está Na Umbanda?

    Documentário simples com entrevista/ depoimentos onde as pessoas falam de suas experiência com a religião da Umbanda.

    “Quando descobrimos o motivo de estar onde estamos e de ser o que realmente somos, nossa vida muda. A percepção das vivências, os sabores que experimentamos no paladar, o significado da natureza e das cores, tudo fica mais intenso.

    Muitos falam e definem o que é a Umbanda. Uns dizem que é coisa do Diabo. Outros, que é a religião mais linda que existe na Terra. Venho pensando a muito tempo sobre isso, até que surgiu uma indagação: Por que estou na Umbanda?

    Não consegui responder de imediato. Pensei então, por que outros irmãos estão na Umbanda? É preciso dedicação, disciplina, fundamento e amor, muito amor. Salve a Umbanda. Saravá o povo de Branco. Saravá!”

    Termina Aqui?

    Absolutamente não. Há alguns clássicos como “Pierre Verger – Mensageiro de Dois Mundos” que com certeza emociona muitas pessoas pelo conteúdo, imagens, depoimentos. Há documentário sobre a saudosa Gisèle Omindarewa... enfim, há outros e não queria deixá-lo perdidos em tantas opções!

    O que importa é a mensagem de que sim temos uma cultura forte, presente em livros, filmes e documentário. Não tenha vergonha da sua fé. Seja de Àse e mostre que é.

    Ó dàbò!

    Olùkó Vander

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  • [Exclusivo] Ofò – O Poder da Palavra no Candomblé

    [Exclusivo] Ofò – O Poder da Palavra no Candomblé

    No Candomblé, As Palavras Têm Poder.

    No Candomblé Ketú, na Umbanda, muito se fala de encantamentos, palavras certas para ativar determinado elemento ou para gerar alguma ação; que deve se evitar falar algumas coisas pois o vento pode levar as palavras e aquilo acontecer. Chama-se o poder da palavra.

    Dentro do culto a Ifá isso é mais visto, mas no Candomblé tem sua importância também. As palavras são também um dos grande fundamentos do Candomblé. No jogo de búzios elas são proferidas, no preparo das ervas, durante a cachoeira e outros atos iniciatórios elas são fundamentais. Essas palavras, quase sempre em Yorùbá, o mágico é ativado, abrindo um canal para as energias agirem, atuarem ali no ato litúrgico.

    Mas será que devemos simplesmente ir falando as palavras? Há alguma regra? Por que por vezes um banho com ervas não surte o efeito desejado? Vamos agora entender o poder dos Àwon Ofò – Encantamentos Yorùbá.

    O Poder Das Palavras

    Ofò são as palavras encantadas para que determinada força aja sobre um ato, para despertar um òrìsà ou grupos de espíritos que iram ajudar quem o faz, exemplo, sìgìdì! Um ofò não pode ser simplesmente lido e já ativa o que se deseja, não. Geralmente há  preparos que a pessoa faz para assim estar apto a ativar as energias, para sua boca chamar o mágico e este agir, purificação do hálito.

    O povo Yorùbá acredita muito no poder da palavra falada, talvez por isso mesmo a escrita tenha se desenvolvido tardiamente e mesmo assim por mãos de estrangeiros e por quem tem um dia saído e retornado a sua terra. O valor da palavra se encontra no Ofò, mas claro que há outros encantos que se utilizam de palavras… Ologbohun, afose, por exemplo.

    Quando se canta durante o quinar de erva, está se ativando seu poder. Durante um Borí, está se ativando o poder dos elementos ali contidos. O Candomblé é repleto desses momentos. Mas como disse, a palavra que tem o poder, nem tanto a intenção. Sendo proferida erradamente, não surte efeito…. é, essa parte muitos não sabem ou não contam.

    Se apenas a intenção valesse, dita qualquer palavra, pronto, ativei o desejado. Não há chave de abertura… basta eu ter uma intenção, nesse caso o que age é a força do pensamento. Mas para o Yorùbá não funciona assim, uma mudança de entonação, muda-se um significado da palavra… logo, passamos a dizer outra coisa.

    O que Não é Ofò

    Ofò não é Oríkì – louvores e elogios. Ofò não é àdúrà – Orações. Ofò não é Orin – Cantigas. Todos estes tem seus papeis muito bem delineados, mas um Ofò pode ser cantado… complexo né? Há um encantamento para a água, para o mel, para o dendê, para o vinho de palma.

    Com o encantamento certo, você levanta a fúria de Èsù e ele age em seu favor. Com o encantamento certo, você clama a Òsun e ela meiga lhe socorre com seus dengos. Com as palavras certas, Sàngó faz a justiça por ti, advoga sobre sua causa… esse é o poder das palavras no Candomblé e Ifá.

    Nos textos de Ifá, há muita presença de momentos em que as palavras mágicas são usadas. Os iniciados sabem bem disso. Até mesmo no culto aos ancestrais tem se a presença de Ofò.

    Muito pode ser dito sobre esses encantamentos, mas deve se respeitar alguns segredos somente revelados ao iniciados neste lindo mistério que são os àwon Ofò!

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  • Dicionário Yorùbá – Entenda a Importância de Um no Candomblé!

    Dicionário Yorùbá – Entenda a Importância de Um no Candomblé!

    Mo júbà

    Dicionário Yoruba ou Dicioná de Yorùbá é uma ferramenta importante. Qualquer pessoa que se inicie ou passe a frequentar o Candomblé, logo percebe a mágica de sua liturgia impressa em cantos, rezas, entoações, roupas e toques de atabaques sagrados. Isso é inegável.

    Mas a pessoa também fica perdida com a nova língua que toma contato – o dialeto Yorùbá, a língua do povo de santo. Muitas vezes recorrem ao tradutor yoruba do Google, o que não indico.

    Logo, o iniciante aprende alguns termos isolado, geralmente alguém mais velho que ele – ègbón – lhe ensina pequenas palavras, algumas frases, cumprimentos e também lhe é dito para repetir outra durante os cantos – orin.

    Assim é a iniciação de muitos dentro do Candomblé. Nenhum problema até aí, mas isso se perdura por anos às vezes. Normal encontrar pessoas de 5 anos de iniciação ao orixá (òrìsà) e essa pessoa não saber realmente o significado de algumas palavras – sabendo por alto às vezes.

    Falta tempo por vezes, o dia-a-dia numa roça de candombléilè t’òrìsà – é corrido e cansativo, sempre compensando pela dedicação ao orixá (òrìsà)!

    Dicionário Yorùbá – Português

    O que poucos sabem é que o idioma Yorùbá falado lá dentro da roça pode ser aprendido: com uso de um dicionário de Yorùbá ou através de aulas de iniciação ao idioma do candomblé. Ambas as formas hoje são acessíveis, coisa que antigamente nem tanto. Hoje há aulas presenciais e até mesmo on line.

    Houve época em que nigerianos vinham algumas vezes ao ano ao Brasil apenas para ensinar o idioma aos candomblecistas, apesar desses geralmente não se interessarem tanto antigamente quanto hoje pelo aprendizado pela língua do orixá (èdè t’òrìsà).

    dicionários de Yorùbá variados no mercado, mas dois autores se sobressaem: Eduardo Napoleão e Professor José Benistes. O último é um conceituado professor do idioma Yorùbá no Rio de Janeiro e já teve outros livros publicados como falamos em nossa postagem sobre indicação de livros sobre o Candomblé.

    Eduardo Napoleão tem o dicionário – Yorùbá para aprender a linguagem dos orixás. Bom material apesar de ser apenas Yorùbá – Português não tendo a opção contrária.

    São 220 páginas com alguns termos (Nem tudo se encontra lá.), sua correta gráfica, acentuação de tons e a classe que pertence. Tem também uma curta explicação sobre o idioma logo no início.

    José Benistes como sempre nos brinda com Dicionário Yorùbá Português, material muito rico e bem pesquisado, são mais de 800 páginas de puro conhecimento desse professor que conhece bem a fundo a parte religiosa e também cultural do Candomblé – são mais de 35 anos de religião.

    Esse já possui mais termos voltados para o Candomblé, mas nunca deixando de lado a necessidade do aprendizado do idioma para conhecimento das corretas regras gramaticais e de pronúncias do idioma.

    Fáceis de Comprar a Um Clique

    Os dicionários para Candomblé como também são chamados, estão fáceis de comprar…. A um clique. São vendidos em sites como Mercado Livre, Americanas, Saraiva.

    Claro que apenas com um dicionário você não dominará o idioma, mas com ele já pode se explorar algumas palavras que geralmente as pessoas tem tantas dúvidas em saber, ou por vezes pensam que sabem e tomam susto ao ver que significa outra coisa.

    Além também de ser possível adquirir nas lojas de artigos religiosos maiores e também nas livrarias mais genéricas.

    O Futuro – Dicionário Yoruba PDF

    Há também a opção de você baixar um dicionário de língua Yorùbá direto para seu computador, notebook, tablete ou celular (se tiver o app para ler esse tipo de arquivo). São os materiais em PDF, também chamados de Ebooks – tem desbancado a venda de livros impressos sem contar que são mais ecológicos.

    Os citados autores acima ainda não trabalham com este tipo de material, mas abaixo você vê uma opção barata e com qualidade de ter seu dicionário e começar a desvendar o mundo das palavras do Candomblé.

    Capa Dicionário Yorùbá Português para Candomblé e Culto a Ifá
    Capa do Dicionário Para Candomblé – Material em PDF – Imagem Ilustrativa.

    Candomblé – Uma Religião de Cultura Forte

    O Candomblé é sem sombra de dúvida um forte reduto que mantém e preserva o idioma Yorùbá, posto que na Nigéria cada vez mais o idioma Inglês domina as rodas de conversas e alguns jovens abandonam seu idioma nativo por causa da modernidade.

    Ainda há cursos na Nigéria e Benin sobre o idioma – Superior e Livres, algumas escolas ensinam para as crianças na alfabetização também. Mas o inglês, dos antigos colonizadores, cada vez mais toma conta.

    A força do Candomblé com seus orixás (Àwon òrìsà), seu cantos, orações e pequenas conversas no idioma tem mantido viva a língua do povo nigeriano. Por mais que alguns não saibam dessa importância. Por mais que alguns lutem contra o ensino da língua do povo de santo.

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  • Curso de Yorùbá em Vídeo Gratuito – Aprenda o Idioma do Candomblé

    Curso de Yorùbá em Vídeo Gratuito – Aprenda o Idioma do Candomblé

    Aprenda Como Usar Corretamente o Yorùbá no Candomblé !

    Um Curso de Yorùbá é sempre bem-vindo para os pais de santo, mães de santo do Candomblé e principalmente para os filhos de santo (Ìyáwó ou Abíyán). Isso porque os Orixás(Àwọn Òrìṣà) no Candomblé, na Umbanda e também no Culto a Ifá, tem seus nomes e saudações nesse idioma. A maioria dos nomes das comidas de santo e utensílios dentro do barracão também possui seus nomes em Yorùbá! As cantigas e orações nem se fala. Isso tudo se deve a fatores históricos, fatos históricos.

    Mas hoje em dia, uma pequena parcela ainda reluta quanto ao ensino ou aprendizado do idioma. Insistem na ideia que ele deve e é aprendido dentro do barracão, no dia a dia, na lida com o santo. Quisera fosse essa a realidade, mas sabemos que não é assim. Não se aprende o idioma dos orixás (àwọn òrìṣà) em cantigas de candomblé, em rezas para o santo.

    Alguns raros barracões mantêm uma rotina de ensino do idioma, principalmente os da Bahia que preserva seus laços históricos com os fundadores.

    Na grande maioria das vezes, a pessoa apenas repete o que o pai de santo, mãe de santo, Ògá ou Èkéjì mandam, não importando se está certo ou não. Mas e se estiver errado o que estiver cantando, já que não possui uma letra para acompanhar? Bem, nesse caso, o filho de santo aprende errado e leva assim adiante o erro que aprendeu para os mais novos… torna-se um ciclo vicioso de erros.

    Sabe-se que o idioma é de tradição oral, mas também sabe-se que com o fenômeno “telefone sem fio”, muitas informações fonéticas e vocabulares se perdem. Uma coisa á a tradição oral em terras yorubanas onde seu dia a dia, 24 horas por dia e sete dias por semana é o idioma Yorùbá; outra é você passar algumas horas ou dias no barracão e o restante no mundo, ouvindo, lendo e falando em Português.

    Curso de Yorùbá no Rio de Janeiro

    Há sim alguns Cursos de Yorùbá pelo Rio de Janeiro. Na Uerj chegou a ter algumas turmas com professores nativos e também com alguns brasileiros, eram cursos livres. Cheguei achar cursos de Yorùbá também em outras regiões, mas confesso que alguns me deixaram com o pé atrás.

    Há uma diferença entre Yorùbá e o que se é dito comumente dentro dos barracões. Isso porque não é 100% do que é dito lá dentro que venha a ser exatamente Yorùbá, há outros idiomas incluídos nesse meio e esse detalhe poucos praticantes percebem ou chegam a saber, ou tão pouco lhe avisam. Além dos vícios de linguagem e gírias!

    Curso de Yorùbá em São Paulo

    São Paulo também possui alguns cursos, mas geralmente quem dá as aulas não chega a divulgar muito e fica uma coisa mais boca a boca. Soube de alguns nigerianos que lecionavam por lá e de cursos livres na USP, não posso afirmar com 100% de certeza.

    Mas isso mostra o quanto é importante aprender a língua do orixá (òrìṣà) e manter viva essa tradição linguística yorubana. Alguns zeladores reclamam do uso de apostila de Yorùbá para se aprender o idioma. Mas as apostila de Candomblé Ketu, apostila de candomble, buzios, odu ifa, rezas, etc… não são novidades para o Candomblé. Estão neste meio faz tempo, mesmo antes do digital e advento da Internet.

    Claro que alguns tipos de materiais chegam a ser irresponsáveis como apostila de feitura e apostila de Baba egungun! Mas o que for de aprendizado que o pai ou mãe de santo não tem tempo ou interesse de ensinar, justo é o filho de santo aprender de outra forma.

    Curso Gratuito de Yorùbá – Amostra do Curso Pago (Aproveite)!

    Mas sabia que você pode aprender sem pagar nada? Sim, é possível. Nós da Educa Yoruba temos Curso de Yoruba Gratuito em Vídeo que com certeza irá ampliar seus conhecimentos. O material é uma como atualmente trabalhamos, não mais com apostilas, mas sim com vídeos, onde o aluno aprende a fonética e significado das principais palavras dentro do Candomblé.

    Baixe clicando na imagem abaixo. O Curso será enviado para seu email após o cadastro. Não fique de fora desse grupo que compreende o lindo idioma do Candomblé.

    Aula gratis de yoruba

    Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá – Olùkó Vander

    Um curso que está desde 2008, uma verdadeira Escola de Yorùbá no mercado, e sempre teve boa repercussão é o curso de Yorùbá com áudios que produzi para meus primeiros alunos. Ela foi revisada em 2010 e depois em 2015, sendo que sempre teve total aprovação dos alunos.

    Mais em 2018 fizemos uma total reformulação, transformando o Curso de Introdução ao Idioma Yorùbá e o Curso Intermediário de Yorùbá em um único curso – Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá – totalmente em vídeos e com apostilas de apoio.

    Nesse curso o aluno aprende:

    • Entonações do idioma;
    • Uso correto de cada letra (Exemplo, uso do S e do X);
    • Cumprimentos;
    • Forma de tratamento conforme hierarquia da pessoa;
    • Verbos;
    • muito mais (Por exemplo: você aprende como falar obrigação de um ano, três anos e assim por diante)!

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    • Retirada de dúvidas diretamente com o professor!!
    http://eko.educayoruba.com/fundamentos-do-idioma-yoruba-oluko-vander/

    Mas quem é Oluko Vander, quem sou eu para lhe indicar esse material de estudo? Qual meu histórico para poder ensinar isso a vocês?

    Saiba quem é o Olùkọ́ Vander – Professor de Yorùbá!

    Em 2003/2004, cansado de perguntar para amigos o que significava aquilo que falavam (ainda não era do Candomblé e nem Ifá), comecei a fuçar pela internet e sebos da vida tudo que pudesse sobre Yorùbá – Idioma e Cultura. Foi um período de muito foco, de árduo aprendizado, estudando madrugada a dentro.

    Mas tudo que conseguia não tinha áudios, eu ficava apenas pronunciando baseado nas chaves internacionais de pronúncia… o que é bem chato, dificultoso.

    Aí, depois de muita pesquisa, encontrei materiais importados que possuíam áudios (Base do meu curso) tudo ficou mais fácil. Depois veio meu encontro com Bàbáláwo e com diversos professores do idioma, figuras que me inspiraram e apoiaram a crianção de algo maior, com mais amplitude para a religião do Candomblé.

    Nascia então o Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá, tendo como meus primeiros alunos aqueles amigos que depois descobri – falavam tudo errado!

    O sucesso se repercutiu até o que nasceu a Educa Yorùbá, escola de ensino a distância de idioma Yorùbá, com uma loja virtual com diversos cursos de idioma do candomblé (Acesse aqui nossa loja). Venha aprender com a gente, dedicamos todo o nosso esforço ao seu aprendizado correto do idioma mágico e poderoso do Candomblé, dos Orixás (àwọn òrìṣà)!

    Acesse o Curso Fundamentos do Idioma Yorùbá… ela irá te surpreender de tão boa e didática que é, mostrando como é fácil aprender o idioma do seu òrìṣà!!

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  • [Entenda] Sexo e o Candomblé: O ato sexual suja o corpo por quê?

    [Entenda] Sexo e o Candomblé: O ato sexual suja o corpo por quê?

    Sexo e Candomblé. Isso pode?

    O Candomblé é muito conhecido por ser uma religião de magia, mistérios, danças, cantos e toques de atabaques. A expressão diz que os  òrìsà  descem ao àiyé para serem homenageados em seus devotos, seu filhos também conhecidos como ìyáwó, é bem verdadeira. Aqui eles revivem atos de guerra, alegria e tristeza, derrotas e vitórias.

    O candomblé é o reviver da vida dos òrìsà! No Candomblé o òrìsà renasce!

    Mas há muito mais que o Candomblé pode fazer em serviço de seu povo: são os serviços de magia, ebo, banhos e outros encantos que pessoas buscam para apaziguar problemas de saúde, financeiro, amor e sexo. Sendo este último um grande tabu.

    Há questões que dividem adeptos, tantos os antigos quantos os mais novos. Passa tempo e mais tempo e sempre rola pelas redes sociais, pelas conversas pós toque e nos bate papos por telefone quando um amigo liga para o outro(Hoje WhatsApp substituiu isso): Sexo e Candomblé.

    Não falo dos escândalos que ocorrem vez ou outra dentro das dependências religiosas… não. Sabemos que não é de hoje as histórias cabeludas de relações sexuais entre ìyáwo dentro do quarto de santo; zeladores(as) que assediam filhos ou filhas de santo e etc

    Sexo e os Òrìsà

    A sensualidade e sexualidade estão muito presentes nos deuses Yorubanos. Algumas ìyágbá são conhecidas pela sensualidade como Oyá e Òsun. Há relatos, lendas, onde notamos atos de sedução e conquista, que culminam no ato sexual. Èsù talvez seja o òrìsà mais ligado ao sexo de maneira direta que há, com seu falo representando seu poder e sendo portador de àse.

    O próprio bastão de Èsù, conhecido como ògo, tem a representatividade da fertilidade masculina, a forma fálica, ereta que a tempos atrás e ainda hoje espanta, escandaliza muita gente, deixando até sem graça os desavisados. Havendo muito simbolismo no mesmo, não só o sexual. Mas geralmente, assuntos ligados a sexo são entregues a Èsù, nem todos, mas quase todos!

    Sexo e o Corpo

    Sexo suja o corpo!!! Isso é unanimidade entre os adeptos. Sendo até muito respeitado hoje em dia, não que antes não fosse. Mas o que muitas pessoas associam esse “sujar corpo”, vem de uma visão moralista, como se o ato fosse algo sujo e por isso maculasse a moral de quem o pratica. Pensamento esse enraizado por N situações que vai desde dos pais até à própria sociedade que trata o assunto sexo ainda com delicadeza “cirúrgica”.Não é bem assim.

    O ato de sujar o corpo ocorre espiritualmente, ou energeticamente, e não em níveis socio-moral. Essa visão moralista ainda é vestígio da educação cristão muito presente até mesmo em quem é do Candomblé e Umbanda (Na primeira vez que esse post foi publicado, uma zeladora pediu para que eu retirasse do grupo do Facebook dela, por conta do assunto: SEXO!).

    No ato sexual há troca de energia com outra pessoa, mesmo com o uso de preservativo, fazendo com que seu corpo e o da outra pessoa não fiquem puros, não há mais somente sua energia ali, a energia de um agora é misturada com mais um, por isso não há pureza, não há unidade e sim uma mistura. Baseado nisso, um jogo de Òpèlè, Ikin ou até mesmo búzios, captariam uma energia misturada ou a mediunidade da pessoa que joga não sentiria de maneira pura.

    Daí também o porque do resguardo de atos sexuais 24 ou 12 horas antes de ocorrer um ebo, incorporação e/ou outros ritos litúrgicos: necessidade de sua energia estar pura para o Òrìsà. Você é um templo para o seu Òrìsà. Você é um altar para seu santo! Você é o igba do seu òrìsà (Apesar de as pessoas focarem no igba físico)!

    Essa relação sexo e religião é o que escandaliza muita gente quando o assunto é zelador que se relaciona com ìyáwo fora do barracão(Namoro ou casamento). O primeiro argumento é: a pessoa que mantém relação com você vai mexer em seu orí e em seu òrìsà? Isso pode destruir sua vida espiritual. Definitivamente não é correto!! – Dizem.

    Mas aí pensamos: Tantos são os casais onde o zelador(a) mantém uma relação até legal, casados no papel, com sua(seu) ìyáwo e a vida deles prospera perfeitamente. Claro que ainda sobra o argumento: mas lá na frente o òrìsà dá uma rasteira!! Vai haver cobrança e etc.

    Um assunto bem cabeludo ainda para a sociedade candomblecista debater. Mas geralmente o sexo entra como grande empecilho para haver esta união. 90% das vezes ele será usado como argumento de impossibilidade de um líder religioso ter relação amorosa com um iniciado da própria casa. Por colocar a mão no orí da outra pessoa. É a moral cristã gritando!


     

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    Sempre bom lembrar que não há pecados na tradição antiga Yorùbá, há sim atos que podem levar a contaminação de sua energia e enfraquecimento de àse. Pecado é uma ideia judaico-cristã, (do original grego “hamartia”) significa ERRAR O ALVO,  falha em atingir a marca,  falha em alcançar a finalidade para a qual se foi criado e neste caso o alvo: viver de acordo com as diretrizes imposta por Deus aos Israelitas.

    E o álcool sua o corpo como falam?

    Fato curioso o de alguns Oluwo ou Bàbálawo não terem e nem precisarem do corte de álcool, na visão de alguns nigerianos o álcool não suja o corpo. Já aqui no Brasil ainda há a visão moralista em relação a isso. Claro que aqui não falo de bebuns realizando atos religiosos, não misturar as estações. Digo de o zelador tomar um copo de vinho antes de jogar por exemplo, já é visto como algo errado, pois o corpo estaria sujo.


    Na visão Yorùbá até mesmo a má língua, lugares, objetos podem sujar o corpo. Lembrando, não sendo uma questão moral, mas uma questão energética-espiritual. Um exemplo é um feitiço nigeriano antigo que pede areia ou terra de onde houve algum acidente com muita morte. Esse feitiço é para atormentar o sono da outra, partindo do princípio que ali onde houve as mortes se tornou um lugar com muitas energias caóticas misturadas e essa energia seria direcionada à pessoa alvo do feitiço.

    Para a limpeza do corpo além desse período de tempo é indicado um banho chamado de omi èrò. Esse termo em Yorùbá significa: água que acalma, ou água calmante! Funcionando como uma espécie de limpeza espiritual básica, posto que a energia do ato sexual não vem a ser tão prejudicial a outra pessoa a ponto de necessitar de ebo forte ou algo do gênero.

    E como diz o anúncio: Sexo é Vida!! 

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    • Aulas em vídeos;
    • Apostilas em PDF com resumo das aulas;
    • Dicionário ao final do curso;
    • Técnicas de estudo melhorando o aprendizado do idioma;
    • Certificado ao final;
    • Retirada de dúvidas diretamente com o professor!!
  • [Grátis] Aula de Yorùbá para Candomblé – #5

    [Grátis] Aula de Yorùbá para Candomblé – #5

    Mo júbà gbogbo

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    Aqui estamos para mais uma aula de Yorùbá e espero que estejam gostando das outras. Sempre feitas com muito carinho para que você possa aprender mais e mais desse lindo mundo que é o idioma e cultura Yorùbá. Lembrando, querendo ver e aprender com as aulas anteriores, basta seguir o menu abaixo e ficará por dentro das quatro aulas anteriores.


    1° Aula          2° Aula          3° Aula          4° Aula


    Sua primeira vez aqui e quer saber mais sobre o idioma Yorùbá, leia essa postagem sobre O idioma Yorùbá ou assista os vídeos no Youtube com aulas de Yorùbá: Clique Aqui e assista as aulas!

    E vamos então para a nossa aula de hoje:

    Saudações em Yorùbá

    Saudar as pessoas é um ato de educação e respeito, sem sombra de dúvidas. Dentro do Candomblé temos várias saudações para várias situações e para todas as divindades possíveis. E claro, com a saudação vem também os atos que os seguem, como encostar a mão na cabeça, ou no chão, estalar os dedos atrás do ombro… enfim, isso depende da educação de Àse de cada um!

    Justamente para não ir de encontro ao que ensinado em seu Àse que irei ensinar as saudações mundanas vamos assim dizer, o Bom Dia, Boa tarde e Boa noite… e para ficar ainda melhor, assista essa aula pelo vídeo que tem no Youtube: Aula de Saudações em Vídeo!

    Seja Bem Vindo – E Káàbò!

    Recepcionar bem alguém é sempre um ato de humildade e educação. Ao receber alguém em seu Ilè, pode-se usar o termo Káàbo ou E káàbo!

    Mas qual a diferença? Simples. O “E” na frente de alguns termos indica que você está dirigindo-se a alguém com mais idade, em outro nível hierárquico, no nosso caso, religioso ou quando está se dirigindo a um grupo de pessoas.

    Exemplo ao receber um Bàbálórìsà, após já ter usado os outros cumprimentos que se exige, pode ser dito:

    Você: – E Káàbo Bàbá!!! ou, caso de uma zeladora, Ìyá!

    Uma aluna que tem contatos com nigerianos foi corrigida por um, pois ele desconhecia a forma “Káàbo“, mas conhecia a segunda forma que eu até ensino no vídeo: Ku abo ou E ku aboUma forma mais antiga e tradicional!

    A resposta a esta saudação é o simples: Mo dúpé!


    Bom dia  – Káàro!

    O começar do dia, com os primeiros raios do sol traz essa saudação que também é muito utilizada em nosso querido idioma nato!

    Veja como funciona a regra do “E“: No primeiro caso, um pai encontra seu filho e o cumprimenta, neste caso não  pai não usa a partícula “E“.

    Bàbá: – Káàro omo mi!

    Omo – E káàro oo!!

    Agora o filho encontra seu pai, aí a regra se faz presente:

    OmoE Káàro o, Bàbá!!

    Bàbá: – Káàro oo, omo mi!!

    As outras formas!

    Eu sei o que você deve estar se perguntando agora: E as outras formas? Boa tarde… Boa noite…

    Certo, a regra se mantem ok? Se você for se direcionar a uma pessoa de mais idade, ou grupo de pessoas, ou a alguém superior em grau hierárquico, coloque o “E” na frente e presumo que você conheça a regras dos sinais e entonação, não é? 

    Então temos:

    Seja bem vindo = Káàbo;

    Bom dia = Káàro.

    E agora teremos:

    Boa tarde: Káàsan;

    Boa noite = Káàle ou Kále!


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    Lembre-se, no meu vídeo lá do Youtube tem muitas outras saudações: Mo júbà, Mo kí… Tenho certeza que com ajuda do áudio e minhas explicações lá você irá entender bem melhor.

    Um grande abraço e… ops, já ia esquecendo essa saudação de despedida: O dábò e neste caso não se usa partícula “E” e nenhuma situação! Significa, até logo!!

    Ó dàbò!

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